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Ibovespa caminha para quarta semana consecutiva de perdas

Marcelle Gutierrez
·2 minutos de leitura

Índice opera sob influência negativa do exterior, com aumento de casos de covid-19 e incerteza sobre acordo em torno de novo pacote de estímulo nos EUA A volta da aversão ao risco no exterior, após um certo alívio ontem, e temores relacionados às contas públicas brasileiras afetam o Ibovespa, que caminha para encerrar a semana em queda de 2,12%. Se confirmado o viés negativo até o fechamento, será a quarta semana consecutiva de perdas, mas não a pior, visto que o índice fechou em baixa de 2,84% o período encerrado em 11 de setembro. Às 12h51, o Ibovespa operava em queda de 0,89%, aos 96.151 pontos. Mais cedo, o índice chegou a atingir a mínima dos 95.632 pontos — baixa de 1,42%. O volume financeiro totalizava R$ 7,01 bilhões, com projeção de atingir R$ 17,17 bilhões até o fim do dia. A melhora pontual do Ibovespa ocorreu em linha com Nova York. Por lá, os índices acionários abriram em baixa, mas há pouco tinham leve alta. O Dow Jones subia 0,13%, o S&P 500, 0,35%, e o Nasdaq, 0,87%. Já o EEM, principal fundo de índice (ETF) de mercados emergentes, registrava baixa de 0,92%, o que mostra o menor apetite dos investidores pelos ativos de risco. Os temores seguem com novos casos de covid-19, principalmente no Reino Unido e França, com preocupações com novos fechamentos totais (“lockdown”) dessas economias e uma segunda onda em todo o mundo. Também no exterior, o petróleo cai mais de 0,20% devido às crescentes preocupações com aumento da oferta da Líbia e avanço da covid-19, que pode afetar a demanda global. Desta forma, as ações da Petrobras, que representam 9% do Ibovespa, recuam e ajudam a pressionar o índice. Petrobras ON cai 1,00%, Petrobras PN tem baixa de 1,42% e PetroRio ON cai 3,42%. Por aqui, as atenções seguem no âmbito fiscal. A XP Investimentos, em relatório, destaca a busca do governo para a recriação da CPMF. Já outros profissionais do mercado também destacam as discussões no governo para ampliação em duas parcelas do seguro-desemprego para demitidos na pandemia. A proposta poderia comprometer ainda mais as contas públicas, já afetadas exatamente pela pandemia. Segundo reportagem do Estadão, a equipe econômica indicou não ser contra a medida, mas solicitou um prazo de 15 dias para apresentar uma nova proposta. Entre as poucas altas do índice, destaque para Suzano ON, com +1,98%, influenciada pelo avanço de 0,85% do dólar, melhora em recomendação e alta dos preços da celulose fibra curta em 1,3% na semana na China. O Credit Suisse elevou o preço-alvo das ações da Suzano de R$ 54,50 para R$ 65, mantendo a recomendação de compra, diante da perspectiva de recuperação do preço da celulose e depreciação do real. Andre Penner/AP