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Ibovespa ganha folêgo e fecha em forte alta com ajuda de varejistas online

Lucas Hirata
·2 minutos de leitura

O Ibovespa ganhou fôlego durante a tarde e fechou em firme alta na volta do feriado, em um movimento que contou com sinais positivos vindos de Brasília sobre a agenda de reformas. Em um dia de ganhos de Petrobras e Vale, o destaque de alta ficou por conta das ações de empresas varejistas com grande presença no comércio eletrônico, como B2W e Magazine Luiza, na esteira do bom desempenho das empresas de tecnologia dos Estados Unidos. Após ajustes, o Ibovespa fechou em alta de 1,05%, aos 98.503 pontos, depois de atingir 98.998 pontos na máxima do dia. Com isso, o índice deixou para trás as oscilações mais modestas do começo do dia, quando chegou, inclusive, a operar em terreno negativo. O giro financeiro ficou em R$ 19,1 bilhões, abaixo da média diária no ano de R$ 20,5 bilhões. Desde o começo do dia, as ações de grandes representantes do comércio eletrônico lideraram os ganhos do Ibovespa - mesmo quando o índice oscilou de sinal com variações pouco expressivas. No fim do pregão, B2W ON encabeçava os ganhos com alta de 6,73% enquanto, na segunda posição, estava Magazine Luiza com avánço de 5,96%. O bom desempenho dos papéis de e-commerce no Brasil refletiu o rali de tecnologia nos Estados Unidos ontem e o otimismo com as vendas da gigante do comércio online Amazon, que teve seu dia de promoções batizado de “Prime Day”. Os resultados podem fornecer uma indicação inicial de como os compradores estão dispostos a gastar em um ano de tantas incertezas e acirrada competição no varejo. Do lado macroeconômico, o Ibovespa chegou ganhou às máximas do dia, após declarações do presidente da comissão mista da reforma tributária, Roberto Rocha. Ele afirmou que o prazo final da comissão foi renovado para o dia 10 de dezembro e, até lá, o relator apresentará o texto que será analisado. De acordo com operadores, as falas deram impulso aos ativos locais devido ao aparente esforço de avançar na pauta ainda neste ano. Ainda assim, a leitura é de que o avanço precisa ir além dos discursos e dos sinais de Brasília para se converter em ganhos mais firmes dos mercados. Tanto é que o índice ainda enfrenta dificuldades em romper pontos de resistência. De acordo com análise gráfica do Itaú BBA, a região de resistência em 98.400 pontos mantém o índice em tendência de baixa no curto prazo. Caso consiga superar, o índice abrirá caminho para mais recuperação em direção a 101.000 e 103.300 pontos. Do lado da baixa, o índice encontra suportes em 94.800, 93.800, 93.200 e 90.000 pontos. Entre as bluechips, Petrobras ON subiu 1,10% e a PN avançou 1,67%, enquanto Vale ON fechou em alta de 0,88%. Já os bancos tiveram desempenho misto, sem brilho: Itaú Unibanco PN caiu 0,96%. Já Bradesco ON cedeu 0,05% e Bradesco PN recuou 0,58%. Regis Filho/Valor