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Ibovespa futuro recua mais de 1% com exterior desfavorável e riscos fiscais no Brasil

·2 minuto de leitura

SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa futuro recuava mais de 1% nesta quinta-feira, sinalizando uma abertura negativa da bolsa paulista, em meio ao viés negativo nos mercados globais, além das permanentes preocupações com o cenário político-econômico no país.

Às 09:22 o contrato do Ibovespa com vencimento em 13 de outubro caía 1,29%, a 115.475 pontos.

No exterior, as bolsas recuavam em meio a apostas e preocupações de que o Federal Reserve comece a reduzir estímulos monetários, além da forte queda de preços de commodities como o petróleo e minério de ferro.

A ata da reunião de julho do BC norte-americano mostrou na véspera que membros do Fed esperam começar redução de estímulos ainda neste ano.

Entre as commodities, os futuros do minério de ferro na China afundaram mais de 7%, para uma mínima desde fevereiro, enquanto o petróleo recuava mais de 3%, com o Brent sendo negociado em níveis de maio.

"A ata do Fed mudou a expectativa do mercado sobre a continuidade da política monetária extremamente estimulativa para os próximos meses", observou a equipe da CM Capital em nota a clientes mais cedo.

No Brasil, os negócios seguem pressionados pela avaliação de que o risco fiscal voltou com força nos últimos dias, além do clima político turbulento, com tensão entre os poderes.

A Genial Investimentos cita entre os principais fatores para a piora na percepção fiscal a questão dos precatórios, a incerteza quanto ao valor do Auxílio Brasil e a suposta renúncia tributária com a reforma do Imposto de Renda.

"A dúvida entre os investidores é se o presidente vai manter a austeridade fiscal, dada a proximidade das eleições", acrescentou a equipe da plataforma de investimentos em comentários a clientes nesta quinta-feira.

"Como no primeiro trimestre do ano, a volta do risco fiscal está gerando forte pressão negativa nos mercados financeiros do país, movimento que deve continuar pelo menos até que estas incertezas sejam reduzidas."

(Por Paula Arend Laier)

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