Mercado abrirá em 38 mins
  • BOVESPA

    119.564,44
    +1.852,44 (+1,57%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.399,80
    +71,60 (+0,15%)
     
  • PETROLEO CRU

    64,97
    -0,66 (-1,01%)
     
  • OURO

    1.794,30
    +10,00 (+0,56%)
     
  • BTC-USD

    57.725,74
    +2.088,61 (+3,75%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.482,78
    +77,47 (+5,51%)
     
  • S&P500

    4.167,59
    +2,93 (+0,07%)
     
  • DOW JONES

    34.230,34
    +97,34 (+0,29%)
     
  • FTSE

    7.044,88
    +5,58 (+0,08%)
     
  • HANG SENG

    28.637,46
    +219,46 (+0,77%)
     
  • NIKKEI

    29.331,37
    +518,77 (+1,80%)
     
  • NASDAQ

    13.498,75
    +7,75 (+0,06%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4650
    +0,0381 (+0,59%)
     

Ibovespa flerta com 121 mil pontos; Cia Hering dispara

Paula Arend Laier
·2 minuto de leitura

Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa chegou a superar os 121 mil pontos nesta quinta-feira, apoiado principalmente em ações de proteínas e de mineração e siderurgia, embora o cenário doméstico ainda traga receios aos investidores, enquanto Cia Hering disparava após recusar oferta de fusão feita pela Arezzo.

Às 11:50, o Ibovespa subia 0,36%, a 120.730,73 pontos, engatando a quarta alta seguida. Na máxima, atingiu 121.408,72 pontos. O volume financeiro somava 9 bilhões de reais.

"O Ibovespa iniciou o rompimento da reta de resistência que passava aos 119.300 e na confirmação deste movimento, teria caminho livre para tentar novamente seu topo máximo, que ficou marcado aos 125.300, nível de pressão vendedora, que poderia motivar uma futura correção", segundo análise técnica da Ágora.

Na visão do o economista-chefe da RIVA Investimentos, Pedro Nunes, apesar do desempenho do Ibovespa, o mercado brasileiro poderia estar em outro patamar se a questão fiscal doméstica fosse solucionada. "Mas ela continua sendo postergada."

DESTAQUES

- CIA HERING ON disparava 26% após a varejista de moda divulgar na véspera que recusou uma proposta de fusão feita pela fabricante de calçados e acessórios Arezzo. AREZZO ON, que não está no Ibovespa, saltava 8,5%.

- JBS ON valorizava-se 2,7%, seguida pelas rivais MARFRIG ON e MINERVA ON. Analistas do Credit Suisse reiteraram perspectiva "bullish" para a JBS, após encontro com o presidente-executivo da unidade norte-americana Pilgrim’s Pride, citando que ela pode ser uma surpresa positiva nos resultados de 2021.

- VALE ON subia 1,1%, dando suporte adicional, com o setor de mineração e siderurgia ainda beneficiado pelas perspectivas de reabertura pós-Covid e estímulos fiscais monetários e econômicos fortes no exterior para reavivar as economias, além de ambiente favorável ao preço de aço no Brasil.

- IGUATEMI ON avançava 2,15%, em sessão de recuperação de ações de shopping centers entre outras companhias que tendem a se beneficiar da reabertura da economia e seguem sendo atingidas por medidas de isolamento social.

- GPA ON caía 2,7%, em sessão de ajustes, uma vez que acumula apenas em abril valorização de quase 13%, em meio a potencial desinvestimento que acarretaria em evento de liquidez para o varejista alimentar.

- PETROBRAS PN cedia 0,2%, em sessão de variações comportadas dos preços do petróleo no exterior. O Ministério de Minas e Energia aprovou acordo que prevê compensações de 6,45 bilhões de dólares à petroleira no caso de leilão de excedentes da cessão onerosa nos campos de Sépia e Atapu.

- ITAÚ UNIBANCO PN tinha acréscimo de apenas 0,1% e BRADESCO PN oscilava ao redor da estabilidade, dado o cenário ainda de incertezas no Brasil.