Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.820,50
    -2.618,87 (-2,35%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.533,02
    -774,69 (-1,51%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,79
    -1,18 (-1,64%)
     
  • OURO

    1.765,50
    +14,10 (+0,81%)
     
  • BTC-USD

    43.748,37
    -3.737,37 (-7,87%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.089,69
    -44,70 (-3,94%)
     
  • S&P500

    4.357,73
    -75,26 (-1,70%)
     
  • DOW JONES

    33.970,47
    -614,41 (-1,78%)
     
  • FTSE

    6.903,91
    -59,73 (-0,86%)
     
  • HANG SENG

    24.099,14
    -821,62 (-3,30%)
     
  • NIKKEI

    30.500,05
    +176,75 (+0,58%)
     
  • NASDAQ

    14.989,00
    -337,00 (-2,20%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2545
    +0,0551 (+0,89%)
     

Ibovespa fecha em alta após Bolsonaro amenizar tom

·1 minuto de leitura

SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta nesta quinta-feira, reagindo fortemente na última meia hora do pregão após o presidente Jair Bolsonaro amenizar o tom em nota oficial, na qual afirmou respeito pelas instituições da República.

Antes da nota, a bolsa paulista ainda se mostrava fragilizada pelo agravamento da tensão institucional após declarações de Bolsonaro no Dia da Independência, bem como mais uma dado forte de inflação e a mobilização de caminhoneiros, que somavam-se a um rol de adversidades que tem minado a bolsa.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,66%, a 115.291,36 pontos, de acordo com dados preliminares, chegando a 116.353,62 no melhor momento do dia. Na mínima da sessão, recuou a 112.435,11 pontos.

O volume financeiro somava 35,9 bilhões de reais.

Na véspera, o Ibovespa afundou quase 4% após declarações de Bolsonaro em manifestações na terça-feira, quando voltou a atacar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e ameaçou descumprir ordens judiciais.

Nesta quinta-feira, ele disse que nunca teve a intenção de agredir quaisquer dos Poderes e que as pessoas que exercem o poder não têm o direito de "esticar a corda" a ponto de prejudicar a vida dos brasileiros e sua economia.

A nota foi publicada após Bolsonaro ter se reunido com o ex-presidente Michel Temer em Brasília.

(Por Paula Arend Laier)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos