Mercado abrirá em 1 h 22 min
  • BOVESPA

    115.062,54
    -1.118,01 (-0,96%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.192,33
    +377,16 (+0,73%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,45
    -0,16 (-0,22%)
     
  • OURO

    1.778,20
    -16,60 (-0,92%)
     
  • BTC-USD

    47.968,11
    +582,15 (+1,23%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.235,67
    +38,45 (+3,21%)
     
  • S&P500

    4.480,70
    +37,65 (+0,85%)
     
  • DOW JONES

    34.814,39
    +236,82 (+0,68%)
     
  • FTSE

    7.049,79
    +33,30 (+0,47%)
     
  • HANG SENG

    24.667,85
    -365,36 (-1,46%)
     
  • NIKKEI

    30.323,34
    -188,37 (-0,62%)
     
  • NASDAQ

    15.471,25
    -32,75 (-0,21%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1446
    -0,0514 (-0,83%)
     

Ibovespa fecha com queda discreta minado por NY e queda de blue chips

·3 minuto de leitura
Funcionário ao telefone olha para painel eletrônico da B3.

Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou com baixa discreta nesta terça-feira, contaminado pela piora em Wall Street, além do declínio de blue chips como Vale, Petrobras, Bradesco e Itaú Unibanco, enquanto investidores seguiram atentos à política doméstica.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,19%, a 116.180,55 pontos, depois de tocar 115.809,02 pontos na mínima e 117.269,82 pontos na máxima da sessão. O volume financeiro alcançou 25,6 bilhões de reais.

A bolsa paulista abriu sob efeito positivo de dados norte-americanos sugerindo que a inflação ao consumidor nos EUA atingiu seu pico, cenário que corrobora apostas de que o Federal Reserve vai demorar mais para reduzir estímulos.

De acordo com o Departamento do Trabalho, o índice de preços ao consumidor excluindo os componentes voláteis de alimentos e energia subiu 0,1% no mês passado. Foi a taxa mais fraca desde fevereiro, após aumento de 0,3% em julho.

No entanto, segundo o sócio-fundador da gestora 3R Investimentos Tomas Awad, embora tal cenário seja normalmente bom para Brasil, começa a aumentar a preocupação que esse comportamento da inflação ocorre pela falta crescimento nos EUA.

"Depois de movimento inicial de recuperação pós pandemia, em que a base de comparação era muito baixa, se começa ver números deixando de melhorar, alguns números piorando", afirmou. Ele ressaltou que ainda há indicadores melhorando, mas que o ritmo do crescimento norte-americano preocupa bastante.

Na bolsa de Nova York, o S&P 500 caiu 0,57%, também refletindo receios com um possível aumento na tributação de empresas, além da queda das ações da Apple após revelar o iPhone 13, entre outros produtos e atualizações.

No cenário doméstico, Awad afirmou que há "um pouco de tudo" endossando um posicionamento mais cauteloso, incluindo revisões para baixo do crescimento da economia, inflação alta, crise de energia, a instabilidade política.

Em relação à questão dos precatórios, amplamente monitorada por agentes financeiros, o relator da PEC que trata do tema apresentou seu parecer à CCJ da Câmara nesta terça-feira pela admissibilidade da proposta.

DESTAQUES

- MAGAZINE LUIZA ON recuou 2,35%, a 17,03 reais, menor fechamento desde junho de 2020, em meio a perspectivas de desaceleração da métrica GMV no terceiro trimestre.

- PETROBRAS PN caiu 1,33%, em sessão marcada pela presença do presidente da companhia em comissão na Câmara dos Deputados, na qual disse que "empresa forte contribui mais para o Brasil". Declarações do presidente da Câmara sobre a companhia também repercutiram.

- VALE ON recuou 0,71%, na esteira de novo declínio dos preços do minério de ferro na China. Analistas do BTG Pactual, por sua vez, reiteraram recomendação de 'compra' para as ações e destacaram, entre outros pontos, que dividendos devem ser anunciados nos próximos dias.

- ITAÚ UNIBANCO PN e BRADESCO PN cederam 0,62% e 0,66%. Analistas do Itaú BBA cortaram a recomendação dos papéis do Bradesco a 'market perform', citando entre as razões perspectivas de recuperação mais fraca do que se esperava da economia no segundo semestre.

- MÉLIUZ ON disparou 15,10%, no quarto pregão seguido de valorização, após desdobramento de ações, e reagindo à forte queda desde as máximas registradas em julho. No ano, a ação acumula alta de mais de 200%.

- ENEVA ON avançou 3,42%, na esteira de relatório do Itaú BBA elevando a recomendação dos papéis para "outperform" e citando que a ação é o melhor veículo para enfrentar a crise hídrica no país. O preço-alvo foi elevado de 15 para 18,60 reais por ação.

- WEG ON subiu 1,23%, tendo no radar acordo para a aquisição da empresa de transformadores para instrumentos e conjuntos de medição Balteau.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos