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Ibovespa esboça 6ª alta seguida com petrolíferas em destaque

Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa esboçava a sexta alta seguida nesta quarta-feira, com petrolíferas entre os destaques na esteira de nova alta dos preços do petróleo no exterior e recomendações positivas, enquanto Brasília continuava no radar de investidores.

Às 12:25, o Ibovespa subia 0,26 %, a 111.107,78 pontos, após acumular alta de mais de 6% nas últimas cinco sessões. O giro financeiro somava 8,7 bilhões de reais.

Wall Street também tinha trajetória positiva em sessão marcada por expectativa por dados inflação dos Estados Unidos previstos para a quinta-feira, que podem dar pistas sobre os próximos passos do Federal Reserve.

Dan Kawa, diretor de investimentos da TAG Investimentos, atribui o otimismo recente a fatores como posição técnica saudável e expectativa de um pacote fiscal mais robusto pelo novo governo.

"Há rumores que de a desoneração de combustíveis possa ser revista, o que seria visto positivamente pelo mercado. No Brasil, este pacote de ajuste irá determinar a dinâmica de curto prazo dos ativos locais", afirmou.

Agentes financeiros também acompanham o reforço da segurança no país após novas convocações para atos antidemocráticos por parte de apoiadores radicais do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu que o Supremo Tribunal Federal (STF) determine que os governos federal e estaduais tomem medidas para evitar tentativas de bloqueio de vias urbanas e rodovias, bem como invasão a prédios públicos.

O ministro da Justiça, Flávio Dino, prorrogou nesta quarta-feira o emprego da Força Nacional de Segurança Pública em Brasília até 19 de janeiro.

DESTAQUES

- PETROBRAS PN avançava 0,95%, a 24,32 reais, favorecida pela alta do petróleo. NO setor, 3R PETROLEUM ON e PRIO ON subiam 7,34%, a 41,95 reais, e 3,48%, a 37,47 reais, respectivamente. Analistas do JPMorgan iniciaram a cobertura das ambas com recomendação 'overweight' e preços-alvo de 100 e 56 reais, nesta ordem.

- RAÍZEN PN mostrava acréscimo de 5,67%, a 3,54 reais, e SÃO MARTINHO ON ganhava 3,91%, a 23,41reais, em meio a expectativas pelo fim da desoneração da gasolina. O jornal O Estado de S.Paulo publicou que o sinal verde para a volta da cobrança dos tributos federais a partir de março pode ser divulgado pelo Ministério da Fazenda nesta semana.

- MINERVA ON valorizava-se 6,02%, a 14,26 reais, após analistas do JPMorgan elevarem a recomendação das ações para 'overweight' citando que os preços da carne bovina de exportação do Brasil podem ter atingido o fundo do poço e devem se recuperar com a reabertura da China. Eles também cortaram para 'neutra' a recomendação de JBS ON, que recuava 3,53%, enquanto reiteraram 'neutra' para BRF ON, que perdia 7,84%, e MARFRIG ON, que caía 0,47%.

- TIM recuava 3,88%, a 11,41 reais. Analistas do Bradesco BBI cortaram a recomendação das ações da TIM para "neutra" e mantiveram Telefônica Brasil com classificação "neutra", avaliando que o cenário de altas taxas de juros compromete os lucros. O preço-alvo de TIM foi reduzido de 19 para 12 reais, enquanto o da Telefônica Brasil, que opera sob a marca Vivo, passou de 56 para 41 reais. TELEFÔNICA BRASIL ON cedia 0,16%, a 38,44 reais.

- VALE ON mostrava acréscimo de 0,06%, a 93,64 reais, reduzindo o fôlego após chegar a 94,48 reais na máxima. Os contratos futuros de minério de ferro ampliaram ganhos nesta quarta-feira, com o contrato em Cingapura saltando acima de 120 dólares a tonelada para nova máxima de seis meses, já que preocupações com a oferta deram novo suporte aos preços já impulsionados pelas perspectivas de demanda na China.

- ITAÚ UNIBANCO PN subia 0,69%, a 26,08 reais, enquanto BRADESCO PN crescia 0,07%, a 15,11 reais.