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Ibovespa destoa do exterior e cai antes do Natal

·3 min de leitura

Por Andre Romani

SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice acionário da bolsa brasileira operava em queda nesta quinta-feira, na última sessão antes de pausa para o Natal, destoando dos ativos de riscos globais, que subiam diante de novas notícias positivas sobre a variante Ômicron.

Petrobras era a principal contribuição negativa para o índice, enquanto Intermédica estava na ponta oposta.

Às 11:31, o Ibovespa caía 0,46%, a 104.791,96 pontos. O índice caminhava para queda de cerca de 2,2% na semana. O volume financeiro era de 3,1 bilhões de reais, em sessão que deve ser novamente de baixa liquidez.

O Ibovespa, que na véspera não acompanhou a alta generalizada das ações internacionais, ameaçava ter novo pregão descolado do cenário externo nesta quinta-feira.

Os principais ativos de risco subiam, após estudo do Imperial College, de Londres, dizer que o risco de pacientes serem hospitalizados por conta da Ômicron é de entre 40% e 45% menor quando comparado ao da variante Delta. A notícia corroborava com sentimento de que a Ômicron parece ser menos grave do que o temido inicialmente, ainda que as incertezas continuem.

No mesmo tema, a AstraZeneca afirmou que um esquema de três doses de sua vacina contra Covid-19 é eficaz contra a Ômicron, citando dados de um estudo de laboratório da Universidade de Oxford.

Os principais índices de ações dos EUA abriram em leve alta, enquanto bolsas na Europa subiam.

Investidores também digeriam uma bateria de dados macroeconômicos domésticos e no exterior.

No Brasil, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) subiu 0,78% em dezembro, disse o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), contra expectativa de alta de 0,80% em pesquisa da Reuters com economistas. Já o Ministério do Trabalho e Previdência divulgou abertura de 324.112 vagas formais de trabalho em novembro no país.

O índice de inflação PCE dos EUA subiu 0,6% em novembro, enquanto pedidos de auxílio-desemprego na semana passada naquele país vieram em linha com o esperado pelo mercado.

DESTAQUES

- VALE ON caía 0,3%, enquanto GERDAU PN cedia 1,5% e USIMINAS PN recuava 1,1%, na esteira de queda dos futuros de minério de ferro na Ásia. CSN ON caía 0,6%.

- AMBEV ON subia 0,5%. Empresa anunciou que vai construir uma fábrica de embalagens de vidro no Paraná, sua segunda no país, com investimentos de 870 milhões de reais e que deve começar a operar em 2025.

- SUL AMERICA UNIT caía 4,1%, HAPVIDA ON cedia 2,3%, INTERMÉDICA ON recuava 2,4% e QUALICORP ON tinha queda de 2,5%.

- JBS ON subia 1,1%, BRF ON avançava 2,3%, MARFRIG ON tinha alta de 2,8% e MINERVA ON apontava ganhos de 1,6%, em sessão positiva para frigoríficos.

- PETROBRAS PN subia 0,5% e ON avançava 0,4%, com o petróleo operando estável.

- MÉLIUZ ON cedia 4,8% e PETZ ON recuava 3,8%. As duas empresas estavam entre outros destaques de baixa.

- GETNET UNIT estende ganhos de mais de 20% da véspera e subia 6,2%. Empresa divulgou pagamento de proventos aos acionistas mais cedo na semana.

- MAGAZINE LUIZA ON caía 1%, AMERICANAS ON cedia 1,1% e VIA ON tinha queda de 0,2%.

- SINQIA ON, produtora de software para instituições financeiras que não está no Ibovespa, subia 4,5%, após adquirir a desenvolvedora de aplicações para o mercado de consórcios NewCon, em uma transação de 422,5 milhões de reais.

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