Mercado fechado

Em dia de demissão de Weintraub e prisão de Queiroz, Ibovespa fecha em alta

Abraham Weintraub durante apresentação no Senado, maio de 2019. Foto: Associated Press/Eraldo Peres

Os abalos sentidos em Brasília nesta quinta-feira (18) não tiveram efeito sobre os ânimos dos investidores na bolsa de valores brasileira. O Ibovespa, principal índice do mercado, fechou em alta pelo terceiro pregão seguido.

Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar

Siga o Yahoo Finanças no Google News

Nesta quinta, o mercado foi pego de surpresa com a prisão de Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio Bolsonaro e investigado em esquema de rachadinha envolvendo o filho do presidente Jair Bolsonaro; e com a demissão de Abraham Weintraub do Ministério da Educação.

Leia também

Mas os investidores só tinham olhos para a última redução na taxa básica de juros e para a sinalização de mais um corte à frente. O Ibovespa subiu 0,6%, a 96.125,24 pontos, chegando a superar os 97 mil na máxima da sessão. No pior momento, nos primeiros negócios, caiu a 94.697,53 pontos.

A hesitação nos mercados no exterior, em meio a receios sobre nova onda de casos de Covid-19 quando as economias começam a reabrir, contudo, evitou uma sessão mais positiva.

Na véspera, o Banco Central corroborou perspectivas e reduziu ainda mais a taxa Selic, para 2,25% ao ano, movimento que tem estimulado migração de recursos para a bolsa, em busca de rendimentos mais elevados.

A analista da XP Betina Roxo ressaltou em relatório a clientes que, pela primeira vez na história, o rendimento dos dividendos das empresas do Ibovespa supera a taxa básica de juros brasileira.

Siga o Yahoo Finanças no Instagram, Facebook, Twitter e YouTube e aproveite para se logar e deixar aqui abaixo o seu comentário.