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Ibovespa cai 3,75% e dólar sobe 2,9%.

·2 minuto de leitura

As manifestações já eram imaginadas e o pior não ocorreu. Ainda sim, com toda tensão que se instaura em Brasília, o Brasil aparenta não ter mais clima para novas reformas ou para um diálogo entre os poderes em 2021.

Se a tensão já está elevada no atual ano, quem dirá das eleições em 2022. Normalmente, em época de eleições a volatilidade do mercado fica maior, mas nessas eleições as coisas podem ficar ainda mais voláteis.

O que fazer para defender o patrimônio?

Observando o contexto complexo onde o Brasil se encontra, o mais sensato é procurar proteção para o capital.

Essa proteção pode ser encontrada em produtos de renda fixa. Primeiro é importante avaliar produtos com segurança elevada e boa liquidez, de preferência, diária.

Nesse sentido, existem as letras do Tesouro Direto, como é o caso do Tesouro Selic. Através da letra, o investidor consegue ficar posicionado em títulos públicos atrelados à Selic.

Havendo mais correções na taxa, subindo o juro, a letra e o patrimônio do investidor ganham mais tração.

CDB (Certificado de Depósito Bancários) também são opções plausíveis para o momento. Sempre procurando boas instituições que ofereçam proteção do FGC (Fundo Garantidor de Crédito).

Na hora de avaliar o CDB em que investir, é prudente considerar CDB’s com rendimentos atrelados ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e ao CDI (Certificado de Depósito Bancário).

Os papéis que contam com juro prefixado não são tão interessantes para o momento, uma vez que a inflação pode subir ainda mais e o juro também.

É momento de se preocupar?

Não, mas é momento de avaliar melhor a carteira de investimento e procurar alternativas para proteger o dinheiro de inflação e dólar maior.

Como o atrito entre os poderes está cada vez maior, as tensões vêm influenciando bastante no mercado.

Se o receio tomar conta dos investidores, principalmente do mercado externo, é possível que haja consequências maiores para o Brasil e para os negócios internos.

Assim, uma alta vinda pelo dólar pode sim impactar a inflação que por sua vez pode desencadear uma correção mais forte do juro.

O juro maior pode gerar impactos no orçamento e aí, as coisas podem ficar mais complicadas com relação à parte fiscal.

Uma das poucas notícias boas está vinculada à queda da dívida pública. Desde o início de 2021, a dívida bruta vem caindo e hoje está abaixo dos 84%.

Colocando tudo isso na conta, é previsível que os próximos meses serão um pouco mais voláteis e pode haver oportunidades atraentes na bolsa de valores. ETF (fundo de índices) vinculados ao Ibovespa e o índice de Small Caps podem ser boas alternativas.

This article was originally posted on FX Empire

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