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Ibovespa inverte direção e cai; exterior dá o tom dos negócios locais

Ana Carolina Neira
·2 minutos de leitura

Investidores aguardam decisão de política monetária do Federal Reserve, que será anunciada às 15h O Ibovespa acompanha de perto a volatilidade vista nos mercados globais nesta manhã, que operam sob a expectativa da decisão de política monetária do Federal Reserve, que será anunciada às 15h. A Petrobras (-2,25% a ON e -1,98% a PN) é o destaque negativo que pressiona o índice, seguindo o recuo visto nos preços do petróleo (-2,2% o WTI e -2% o Brent), resultado do aumento de estoques nos Estados Unidos. Após uma abertura em alta, o Ibovespa inverteu a direção e passou a cair. Às 10h56, o índice recuava 1,03%, aos 95.749 pontos. Entre as mínimas e as máximas, foi dos 95.677 aos 97.646 pontos, dando uma dimensão da volatilidade. O giro financeiro também é alto e já somava R$ 4,3 bilhões, bem acima da média para o horário. Os agentes e analistas não esperam nenhuma surpresa no anúncio do Fed, mas sim quais pistas serão dadas sobre os próximos passos na política monetária do país e também sobre o estado da maior economia do mundo. Qualquer informação nova é especialmente importante após os dados de empregos referentes ao mês de maio, que vieram muito acima das expectativas, mostrando que a economia dos EUA pode estar traçando uma recuperação acelerada. Apesar de este não ser o caso do Brasil, é um movimento que beneficia especialmente a bolsa local. Os destaques positivos na sessão são Azul PN e Gol PN. Ambas reagem ao momento mais positivo para o setor, que liderou as perdas do Ibovespa no período mais agudo da crise causada pelo coronavírus nos mercados globais, em março. A Azul anunciou ontem que espera aumentar o número de voos em julho para 240 decolagens diárias nos dias de maior demanda, comparado com 115 decolagens por dia em junho. A empresa também pretende voar novamente para seis destinos domésticos, sem informar quais, totalizando 66 cidades atendidas. A Azul ainda divulgou que o tráfego de passageiros consolidado, medido pela razão passageiros-quilômetro transportados (RPK), aumentou 51,6% em maio, na comparação com abril. A capacidade, medida na razão assentos-quilômetro oferecidos (ASK), cresceu 44,8% entre abril e maio. A taxa de ocupação, na mesma base de comparação, subiu 3,2 pontos percentuais a 72% AP Photo/Andre Penner