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IBM oferecerá milhares de dólares em créditos na nuvem em programa para startups

Rui Maciel
·4 minuto de leitura

O StartupRio anunciou na última terça-feira (22) a colaboração da IBM com a iniciativa, com os empreendedores que fazem parte do programa podendo utilizar o Startup With IBM. Com isso, eles terão acesso à plataforma de nuvem híbrida aberta da marca - incluindo o Red Hat OpenShift. e poderão construir soluções com até US$ 120 mil em créditos de IBM Cloud.

Segundo os idealizadores da StartupRio - executor dos editais da FAPERJ - o objetivo do programa é aproximar mais de 150 startups ao universo corporativo e das tecnologias exponenciais e ajudá-las a escalar suas soluções através da inovação aberta.

Outro foco do programa é fomentar o desenvolvimento do ecossistema de empreendedorismo digital no Estado do Rio de Janeiro. Para isso, a ação quer impulsionar as startups de áreas como saúde, educação, finanças, impacto social, inteligência artificial, Internet das Coisas (IoT), agritech entre outras, a transformar suas ideias em soluções digitais e fazendo-as crescer para melhorar o ambiente de negócios do Estado.

À medida que evoluem em seus modelos de negócio, as startups também poderão ser selecionadas pela IBM para participar do IBM Open Ventures. Trata-se de uma iniciativa de inovação aberta que promove a integração de soluções de scale ups (startups em fase mais madura) a uma vasta rede de instituições líderes de mercado.

Acompanhamento 

O StartupRio também faz parte da IBM Startup Ecosystem, uma iniciativa da empresa que apoia startups em todos os estágios de sua jornada. Ainda segundo construir soluções ao usar créditos na nuvem, as startups não apenas recebem suporte técnico e capacitação digital, mas também podem aproveitar um ecossistema de desenvolvedores, que conta com arquitetos técnicos e mentores. Existem mais de 15 programas de aceleradores executados pela IBM e parcerias com mais de 250 aceleradores e incubadoras em todo o mundo.

Para o Coordenador Geral do StartupRio, Paulo Espanha, a ampla presença da IBM nas principais indústrias do país é um dos principais benefícios para as startups. "Para o empreendedor, não basta oferecer apenas tecnologia. Para transformar boas ideias em negócios digitais, é preciso ter também conhecimento de indústria e uma ampla rede de acesso às principais empresas que atuam no Brasil", afirmou Espanha. "Com a IBM, vamos acelerar ainda mais o desenvolvimento do ecossistema empreendedor para que mais startups possam crescer e executar suas ideias inovadoras".

"Os benefícios da inovação aberta são para todos. A construção de ecossistemas robustos, apoiados por IBM Cloud e IBM Watson, ajuda as organizações a inovarem de forma mais rápida e com maior eficiência para beneficiar os seus clientes", disse Joaquim Campos, Vice-presidente de Cloud and Cognitive Software da IBM Brasil. "Na IBM, nos dedicamos a ser inovadores para promover uma cultura de abertura e colaboração, não apenas entre os nossos funcionários, mas também entre os nossos parceiros, clientes e startups para gerar mudanças significativas em todas as indústrias".

Nuvem híbrida ganha força

Estudo divulgado pela IBM em meados de novembro aponta que as empresas brasileiras estão acelerando cada vez mais em direção a adoção de nuvem híbrida em suas infraestruturas de TI. O documento mostra que elas já passaram do estágio da experimentação e, agora, movem suas cargas de trabalho críticas a este tipo de ambiente, com o objetivo de gerar maior competitividade e agilidade nos negócios.

Com o nome de “Quão preparada estão as empresas brasileiras para adoção de nuvem híbrida?", a pesquisa foi realizada pela consultoria IDC a pedido da IBM. O estudo contou com a participação de 143 empresas brasileiras de grande porte e teve como objetivo entender como as companhias usam diferentes modelos de infraestrutura de TI para gerar valor e inovação.

O documento aponta que, atualmente, 33% das empresas entrevistadas já integram ambientes de nuvem de distintos tipos e provedores, em uma abordagem de nuvem híbrida. Outras 17% apontam que planejam fazer isso nos próximos 12 meses, com grande foco em aprimorar a modernização e mobilidade de aplicações. No entanto, no Brasil, ainda predominam ambientes de TI tradicionais e 83% das empresas participantes ainda contam com seu próprio datacenter.

Mas a boa notícia é que transição para um modelo de nuvem híbrida está em curso, com 59% das empresas entrevistadas utilizando algum tipo de nuvem; na amostra geral, 33% das organizações trabalham com nuvem pública, 31% com nuvem privada on-premises e 27% com nuvem privada hospedada em um provedor.

Fonte: Canaltech

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