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IBM anuncia novo processador quântico Eagle, de 127 qubits

·1 min de leitura

Na segunda-feira passada (8) a IBM deu um enorme passo em relação à computação quântica prática, ou seja, realista e não mais teórica, a partir do anúncio do Eagle, processador quântico de 127 qubit (os bits quânticos) que, segundo a empresa, é o primeiro chip que não pode ser simulado por supercomputadores.

Computadores quânticos são máquinas que utilizam propriedades da mecânica quântica — uma ramificação da Física — em seu desenvolvimento, apresentando diferenças em relação aos computadores comuns, que usam a arquitetura de Von Neumann, método que distingue quais são os elementos de processamento do aparelho e quais são responsáveis por armazenar dados.

Segundo o anúncio da companhia, para simular o Eagle, seriam necessários mais bits comuns do que átomos que existem em todos os habitantes do planeta Terra. A empresa afirma que a novidade foi alcançada a partir de um novo design de processador onde os componentes ficam distribuídos em várias divisões físicas e os qubits ficam em uma única camada, juntos.

<em>IBM Eagle. (Imagem: Reprodução/IBM)</em>
IBM Eagle. (Imagem: Reprodução/IBM)

Porém, até o momento, a IBM não comentou sobre o volume quântico do processador, que, quanto mais alto, indica maior eficiência em comparação com um computador clássico — o que não permite que comparações com outros dispositivos da mesma classe sejam feitas.

Além disso, com o Eagle, a empresa não está declarando que ele é o processador quântico mais poderoso. Para a IBM, o Eagle é um passo importante no desenvolvimento da tecnologia, mas ainda não é o ponto que eles querem alcançar, uma vez que o processador ainda não consegue resolver problemas impossíveis de solucionar por computadores clássicos.

O Eagle será disponibilizado para membros selecionados da Quantum Networkd da IBM a partir de dezembro.

Fonte: Canaltech

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