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IBGE: Setor formal passa a responder pela maior parte das dispensas em agosto

Bruno Villas Bôas
·1 minuto de leitura

Do total de 4,27 milhões de ocupações perdidas no trimestre móvel, 3 milhões eram empregos com carteira assinada ou ocupações formais, o correspondente a 71% dos postos fechados O setor formal passou a responder pela maior parte das ocupações perdidas no país no trimestre móvel encerrado em agosto, após o choque inicial da pandemia ter afetado mais o emprego informal, mostram dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o instituto, o país perdeu 4,27 milhões de ocupações no trimestre móvel até agosto, frente aos três meses anteriores. Desse total, 3 milhões eram empregos com carteira assinada ou ocupações formais, como CNPJ, como empregadores e autônomos, o correspondente a 71% dos postos fechados. IBGE: Taxa de desemprego sobe a 14,4% no trimestre móvel até agosto, a maior da série IBGE: Mão de obra ‘desperdiçada’ sobe a recorde de 33,3 milhões de pessoas IBGE: 9 de 10 atividades reduzem pessoal ocupado no trimestre móvel até agosto Técnica do IBGE responsável pela pesquisa, Adriana Beringuy lembrou que o setor formal respondia por 26% das ocupações perdidas no trimestre móvel até maio, frente aos três meses anteriores. “O impacto inicial foi muito acentuado nos informais. Esse impacto ainda existe, mas é menor do que antes”, explicou. Uma possível explicação para a perda mais lenta do emprego informal no trimestre até agosto é a flexibilização da quarentena. Com mais pessoas circulando pelas ruas, parte dos informais pode ter encontrado meios de manter suas ocupações. Por não terem custos trabalhistas, podem ter sido mais rapidamente dispensados no início da pandemia. EBC