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IBGE: População sem instrução cai e tempo médio de estudo atinge 9,4 anos

Bruno Villas Bôas
·2 minuto de leitura

Também houve aumento da proporção de pessoas que concluem a educação básica obrigatória O Brasil continua em trajetória de lentos avanços na área educacional, com redução do número de pessoas sem instrução e aumento da média de anos de estudos da população e da proporção de pessoas que concluem a educação básica obrigatória – ou seja, ao menos o ensino médio. Dados da Pnad Contínua Educação divulgados nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que o país não fez “nada de fenomenal” em sua estrutura educacional no ano passado. As faltas na educação Eduardo Zappia/Valor “São pequenos avanços em indicadores, reflexo de uma geração que estuda mais”, disse Marina Águas, analista da pesquisa do IBGE. De acordo com a pesquisa, a proporção de brasileiros sem instrução (menos de um ano de estudo) recuou de 6,9% em 2018 para 6,4% da população de 25 anos de idade ou mais em 2019. Essa pequena diferença representa uma redução em 566 mil pessoas sem instrução no país, para 8,9 milhões. Também houve uma pequena melhora da taxa de média de estudo das pessoas de 25 anos ou mais. No ano passado ela chegou a 9,4 anos, contra 9,3 anos no período imediatamente anterior. O país ainda viu aumentar o número de pessoas que ao menos concluíram a etapa do ensino básico obrigatório, de 47,4% em 2018 para 48,8% em 2019, também considerando pessoas de 25 anos ou mais de idade. Essa idade é escolhida porque, em tese, as escolhas educacionais já foram tomadas. A pesquisa mostra ainda que, em 2019, a taxa de escolarização das pessoas de 18 a 24 anos, independentemente do curso frequentado, foi de 32,4%, percentual estatisticamente estável frente a 2018. Por sua vez, 21,4% desses jovens frequentavam cursos da educação superior e 11% estavam atrasados, frequentando algum dos cursos da educação básica.