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IBGE: Mão de obra 'desperdiçada' tem alta e atinge patamar recorde

·1 minuto de leitura
Brazilian document work and social security (Carteira de Trabalho e Previdencia Social)
Número de profissionais subutilizados cresceu 16% ante o primeiro trimestre do ano passado
  • Número de trabalhadores subutilizados subiu e chegou a 33,252 milhões no 1º trimestre

  • Esse grupo atingiu patamar recorde para o indicador da série histórica

  • Alta foi de 16% em relação ao mesmo período de 2020

Dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (30) mostram que nos primeiros três meses de 2021 o número de trabalhadores subutilizados chegou a 33,252 milhões no Brasil. A também conhecida mão de obra desperdiçada chegou a um patamar recorde do indicador na série histórica da PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), que começou em 2012.

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No período, o número de profissionais subutilizados cresceu 16% ante o primeiro trimestre do ano passado, adicionando cerca de 4,6 milhões de pessoas ao grupo. O aumento foi de 2,7% em relação ao trimestre móvel que veio anteriormente, com uma alta de 872 mil pessoas em situação de subutilização no trabalho.

No primeiro trimestre, esse grupo equivalia a 29,7% da força de trabalho ampliada no Brasil, enquanto em comparação ao mesmo período de 2020, a porcentagem era de 25,6%.

O que significa

Essa mão de obra subutilizada inclui os desempregados e os que não buscam emprego, mas querem trabalhar. Além deles, estão os que já estão empregados, mas acham que estão na ativa por menos horas do que gostariam, como se houvesse uma capacidade ociosa, segundo Adriana Beringuy, responsável pelo levantamento.

Segundo, Adriana taxa de subutilização é “bastante elevada” e “está subindo tanto pela parcela da desocupação quanto pelo avanço da subocupação por horas trabalhadas”. 

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