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IA enfrenta dificuldades para identificar câncer de pele em negros

·1 min de leitura

Já faz tempo que a inteligência artificial vem se mostrando como uma verdadeira aliada no combate contra o câncer de pele, mas um estudo da Universidade de Oxford ressaltou uma grande dificuldade que essa inovação ainda vem enfrentando: identificar a doença em pessoas negras.

Segundo o estudo, ainda há uma longa jornada até que a tecnologia beneficie todos os pacientes, considerando que poucos bancos de dados gratuitos — que poderiam ser usados ​​para treinar os sistemas de inteligência artificial para o diagnóstico de câncer de pele — contêm imagens relacionadas a peles negras.

IA enfrenta dificuldades para identificar câncer de pele em negros (Imagem: Rawpixel/Envato)
IA enfrenta dificuldades para identificar câncer de pele em negros (Imagem: Rawpixel/Envato)

O artigo, publicado na revista científica Lancet Digital Health, aponta que dos 21 conjuntos de dados de acesso aberto para imagens de câncer de pele analisados, 11 incluíram imagens apenas da Europa, América do Norte e Oceania. Poucos dos 21 conjuntos de dados registraram a etnia ou tipo de pele dos indivíduos fotografados. Na prática, a diferença é considerável: de 106.950 imagens, apenas dez eram de pessoas negras.

Os pesquisadores mencionam que esses bancos de imagens precisam conter informações como a etnia das pessoas, e que os conjuntos de dados usados ​​para desenvolver sistemas de inteligência artificial devem representar as populações nas quais a tecnologia será usada. Alertam, ainda, que essa falha em treinar ferramentas de IA usando imagens de tons de pele mais escuros pode justamente gerar uma imprecisão no diagnóstico do câncer de pele em pessoas negras.

Fonte: Canaltech

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