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iPhone 14 some das prateleiras no Brasil e em todo mundo; entenda

iPhone 14: smartphone está em vias de desaparecer das lojas ao redor do mundo por problemas na produção (Stanislav Kogiku/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
iPhone 14: smartphone está em vias de desaparecer das lojas ao redor do mundo por problemas na produção (Stanislav Kogiku/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
  • No site oficial a maior parte dos modelos tem estimativa de chegada superior a 3 semanas;

  • Alguns, como o iPhone 14 Plus, ainda podem ser encontrados em estoque;

  • Motivo do sumiço seria queda na produção após surtos de COVID em Zhengzhou, a "Cidade iPhone".

Quem quiser comprar um iPhone 14, novo modelo da Apple, pode se ver com uma espera de mais de três semanas. O modelo está desaparecendo das prateleiras e da loja digital oficial da Apple, tanto no mercado brasileiro quanto no internacional.

O sumiço por enquanto não abarca todos os diferentes modelos da nova linha de iPhones, o menos desejado iPhone 14 Plus, por exemplo, ainda está em estoque na loja digital da Apple, mas as recentes dificuldades na produção podem resultar também no seu rápido desaparecimento.

Nas últimas semanas um surto de casos de COVID-19 na região de Zhengzhou, também conhecida como "Cidade iPhone" resultou não só na diminuição da produção, mas também em uma leva de protestos dos trabalhadores. Segundo relatos, a Foxconn empresa taiwanesa de tecnologia que realiza a produção dos iPhones para a Apple, não pagou os altos bônus prometidos para os funcionários.

A empresa também teria falhado em manter medidas sanitárias adequadas, confinando nas fábricas trabalhadores infectados lado a lado com trabalhadores saudáveis. Isto, aliado à forte política de COVID zero do governo chinês, que realiza uma quarentena agressiva de famílias, prédios, bairros e cidades infectados, resultou em uma explosão de protestos pela região.

Zhengzhou é responsável pela maior parte dos iPhones fabricados ao redor do mundo. Relatórios internacionais apontam que a cidade-fábrica, que tem mais de 200 mil trabalhadores, operou com apenas 20% da capacidade em novembro. Para dezembro as estimativas não apontam para uma melhora significativa, com uma operação de 30% a 40% apenas.