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Hyundai apresenta VLT movido a hidrogênio com lançamento previsto para 2024

·2 min de leitura

A Hyundai enxerga no hidrogênio uma alternativa de combustível limpo para os carros e, também, outros tipos de veículos. É o caso do VLT, sigla para Veículo Leve sobre Trilhos, que a divisão Rotem da montadora sul-coreana pretende colocar para rodar na Europa e na Ásia em 2024.

De acordo com informações do Ministério do Comércio, Indústria e Energia do país, o governo contribuirá com 28,2 bilhões de wons (equivalente a R$ 130 milhões) do total de 42,2 bilhões (aproximadamente R$ 200 milhões) necessários para tirar o projeto do papel. A confirmação foi feita por um porta-voz do órgão.

“Embora sejamos líderes mundiais em tecnologia automotiva de hidrogênio, nossa transição para o hidrogênio em outras áreas do transporte tem se mostrado relativamente lenta. Prevemos que este projeto irá acelerar a comercialização de hidrogênio em todas as áreas de transporte”, apostou o representante do governo local.

A ideia da Hyundai para atender às expectativas do governo sul-coreano é colocar a tecnologia projetada para carros como o Nexo (que já rodou 900 quilômetros com apenas um tanque) nos VLTs. As células de combustível originais, então, terão a altura reduzida para montagem no teto do bonde elétrico.

Além disso, os parceiros do projeto desenvolverão componentes, como tubos flexíveis de alta pressão, para conectar vários tanques de armazenamento de hidrogênio montados no teto. O VLT teria uma potência de 380 kW, equivalente a quatro células de combustível de automóveis Nexo.

Prazo e mercados

A Hyundai espera iniciar a produção em massa dos VLTs em 2024 e, com isso, colocar os bondes elétricos para rodar na Ásia e alguns países da Europa. As primeiras cidades da Coreia do Sul apontadas como elegíveis para testar o novo meio de transporte são Ulsan e Dongtan, de acordo com o ministério local.

Os primeiros passos para isso, no entanto, consistem na produção dos subsistemas de hidrogênio e dos postos de abastecimento em 2022, além da conclusão de um bonde VLT protótipo em 2023, um ano antes do início da produção em massa. O país, aliás, vem flertando com a adoção de bondes movidos a hidrogênio desde 2015 e, agora, pode finalmente ver a tecnologia acelerar de vez.

Fonte: Canaltech

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