Mercado fechado
  • BOVESPA

    105.069,69
    +603,45 (+0,58%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.597,29
    -330,09 (-0,65%)
     
  • PETROLEO CRU

    66,22
    -0,28 (-0,42%)
     
  • OURO

    1.782,10
    +21,40 (+1,22%)
     
  • BTC-USD

    49.108,23
    -3.055,52 (-5,86%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.367,14
    -74,62 (-5,18%)
     
  • S&P500

    4.538,43
    -38,67 (-0,84%)
     
  • DOW JONES

    34.580,08
    -59,71 (-0,17%)
     
  • FTSE

    7.122,32
    -6,89 (-0,10%)
     
  • HANG SENG

    23.766,69
    -22,24 (-0,09%)
     
  • NIKKEI

    28.029,57
    +276,20 (+1,00%)
     
  • NASDAQ

    15.687,50
    -301,00 (-1,88%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3953
    +0,0151 (+0,24%)
     

Human Rights Watch diz que Cuba prendeu arbitrariamente e cometeu abusos contra manifestantes

·1 min de leitura
Cubanos protestam contra o governo em Havana

MIAMI (Reuters) - A organização não governmental Human Rights Watch (HRW) disse nesta terça-feira que o governo cubano prendeu, agrediu e cometeu abusos arbitrários contra manifestantes após uma série de protestos sem precedentes em julho, com a intenção de provocar o medo na população e reprimir dissidentes.

Milhares de cubanos marcharam em 11 de julho nas maiores manifestações políticas do país desde a revolução de Fidel Castro em 1959. As forças de segurança encerraram as manifestações em meio a uma onda de prisões e uma morte. Desde então, as ruas do país caribenho estão em grande parte tranquilas.

A Human Rights Watch disse que documentou pelo menos 130 casos em que as forças de segurança violaram o devido processo, abusaram sexualmente e obrigaram cidadãos que participaram dos protestos a confinamento solitário, descrevendo as manifestações como "protestos anti-governamentais amplamente pacíficos".

Cuba negou as informações de torturas e abusos sistemáticos. O governo cubano responsabiliza a intromissão dos Estados Unidos pelos protestos, dizendo que há décadas o país busca abertamente forçar reformas no país vizinho aplicando sanções e financiamento para promover programas democráticos.

A HRW disse que reuniu evidências de abusos de direitos por parte da polícia e do exército cubano a partir de entrevistas telefônicas com ativistas, vítimas, seus familiares, jornalistas e advogados, assim como expedientes de casos, informações da imprensa, fotografias e vídeos.

"Quando milhares de cubanos saíram às ruas em julho, o governo respondeu com uma estratégia brutal de repressão com o objetivo de provocar o medo e reprimir a dissidência",, afirmou o investigador da HRW Juan Pappier.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos