Mercado fechado
  • BOVESPA

    119.920,61
    +356,17 (+0,30%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.934,91
    +535,11 (+1,11%)
     
  • PETROLEO CRU

    64,68
    -0,03 (-0,05%)
     
  • OURO

    1.814,20
    -1,50 (-0,08%)
     
  • BTC-USD

    56.069,29
    -1.010,01 (-1,77%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.454,78
    -16,63 (-1,13%)
     
  • S&P500

    4.201,62
    +34,03 (+0,82%)
     
  • DOW JONES

    34.548,53
    +318,19 (+0,93%)
     
  • FTSE

    7.076,17
    +36,87 (+0,52%)
     
  • HANG SENG

    28.703,62
    +66,16 (+0,23%)
     
  • NIKKEI

    29.432,01
    +100,64 (+0,34%)
     
  • NASDAQ

    13.643,25
    +45,50 (+0,33%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3656
    -0,0010 (-0,02%)
     

Huawei teria vendido a marca de celulares Honor, segundo a imprensa chinesa

Rubens Eishima
·2 minuto de leitura

Pressionada pelo governo dos Estados Unidos, a fabricante chinesa Huawei teria fechado a venda da sua subsidiária Honor. De acordo com informações publicadas na mídia chinesa, a marca será adquirida por um consórcio de empresas ligadas ao governo local e o negócio deve ser anunciado no próximo dia 20.

A busca por compradores para a subsidiária já tinha sido publicada pela agência de notícias Reuters há cerca de um mês. O motivo seria liberar a marca das sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos à gigante chinesa. Fabricantes norte-americanas, ou que usam tecnologias dos EUA, estão proibidas de vender softwares e componentes à Huawei e suas subsidiárias.

Com a venda da Honor, acredita-se que a marca estaria livre das restrições impostas à Huawei, o que tem afetado, por exemplo, a obtenção de componentes como processadores, telas, sensores fotográficos e chips de memória.

Este conteúdo não está disponível devido às suas preferências de privacidade.
Para vê-los, atualize suas configurações aqui.

O valor estimado da negociação é da casa de 15 a 25 bilhões de iuanes (R$ 12 a 20 bilhões, aproximadamente). O objetivo dos compradores seria abrir o capital da empresa em três anos, segundo uma publicação nas redes sociais.

A lista das empresas parte da joint venture inclui distribuidores dos aparelhos da marca. Segundo a publicação no Twitter, a venda está condicionada à possibilidade da nova empresa poder adquirir e utilizar processadores 5G, em alta na China.

A notícia surge em um momento em que o governo dos Estados Unidos começa a relaxar as restrições à venda de componentes para a Huawei, desde que não sejam utilizados para equipamentos de infra estrutura.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech: