Mercado fechado
  • BOVESPA

    98.672,26
    +591,91 (+0,60%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.741,50
    +1.083,62 (+2,32%)
     
  • PETROLEO CRU

    107,06
    +2,79 (+2,68%)
     
  • OURO

    1.828,10
    -1,70 (-0,09%)
     
  • BTC-USD

    21.407,09
    +405,91 (+1,93%)
     
  • CMC Crypto 200

    462,12
    +8,22 (+1,81%)
     
  • S&P500

    3.911,74
    +116,01 (+3,06%)
     
  • DOW JONES

    31.500,68
    +823,32 (+2,68%)
     
  • FTSE

    7.208,81
    +188,36 (+2,68%)
     
  • HANG SENG

    21.719,06
    +445,19 (+2,09%)
     
  • NIKKEI

    26.491,97
    +320,72 (+1,23%)
     
  • NASDAQ

    12.132,75
    +395,25 (+3,37%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5524
    +0,0407 (+0,74%)
     

Hotel voador cobrará R$ 1 milhão por quarto e viajará até o Polo Norte

Hotel voador cobrará R$ 1 milhão por quarto e deve chegar aos céus em 2024. Foto: Divulgação/OceanSky Cruises
Hotel voador cobrará R$ 1 milhão por quarto e deve chegar aos céus em 2024. Foto: Divulgação/OceanSky Cruises
  • Companhia sueca planeja levar hóspedes em expedições até o Polo Norte;

  • O hotel voador deve chegar aos céus em 2024;

  • Cada quarto com capacidade para dois hóspedes custará US$ 210 mil.

Para muitas pessoas, um hotel voador parece um projeto destinado aos filmes de ficção científica e fantasia. Contudo, o conceito já é realidade e está previsto para chegar aos céus a partir de 2024.

A responsável pela criação é a companhia sueca OceanSky Cruises, que planeja levar hóspedes em expedições do arquipélago de Svalbard, no território ártico norueguês, até o Polo Norte pelo preço de US$ 210 mil, cerca de R$ 1,08 milhão na cotação atual, por quarto com capacidade para duas pessoas.

Leia também:

O projeto é baseado em um dirigível Airlander 10, de 100 metros de comprimento, com capacidade para 16 pessoas.

O interior da aeronave será tão confortável quanto um hotel de luxo, com cabines espaçosas, ornadas de enormes janelas panorâmicas, permitindo uma ampla vista.

Enquanto isso, o equipamento junta a flutuação do hélio com a sustentação aerodinâmica permitida pelo formato do casco. O resultado é um voo silencioso e tranquilo, ainda que o dirigível conte com quatro hélices.

Como a cabine não é pressurizada, o equipamento “voará baixo”. Aeroportos para decolagem e pouso também não serão necessários. Parte do projeto da OceanSky é ser a primeira companhia do mundo a pousar no Polo Norte com um dirigível desse porte.

*Com informações do jornal Folha de S. Paulo.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos