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Hospitais britânicos vivem 'guerra' contra variante ômicron

·2 min de leitura
Hospital temporário em construção no território do Hospital St. George, em Tooting, sul de Londres, em 30 de dezembro de 2021 (AFP/JUSTIN TALLIS) (JUSTIN TALLIS)

Os hospitais britânicos, "em pé de guerra" contra a disseminação da variante ômicron do coronavírus, estão se organizando para abrir milhares de leitos improvisados sem ainda saber como o aumento de casos afetará as unidades de terapia intensiva.

O Reino Unido, com 148 mil mortes devido à pandemia, supera a cada dia seus próprios recordes de infecções pela covid-19. Nesta quinta-feira, por exemplo, as autoridades relataram mais de 189 mil casos.

Embora o governo insista por enquanto que a ômicron parece causar sintomas menos graves do que a variante delta, nesta quinta, pela primeira vez desde março, o número de pacientes hospitalizados pela doença se aproximou de 12 mil.

Para se preparar para o "pior cenário", o Serviço Nacional de Saúde (NHS, na sigla em inglês) anunciou a construção de estruturas provisórias em oito hospitais capazes de acolher uma centena de pacientes cada, que entrarão em funcionamento esta semana.

Os hospitais também terão que identificar "espaços como ginásios e centros educacionais que possam ser convertidos para abrigar pacientes" e criar até 4 mil leitos adicionais.

"O NHS agora está em pé de guerra", disse o diretor médico do serviço de saúde, Stephen Powis, embora "espere" que as estruturas não sejam necessárias.

“Ainda não sabemos exatamente quantas pessoas que contraíram o vírus precisarão de tratamento hospitalar, mas dado o número de infecções, não podemos esperar para saber antes de agirmos”, explicou.

Durante a primeira onda, o NHS construiu enormes hospitais de campanha em salas de convenções e estádios, mas eles foram de pouca utilidade, principalmente devido à falta de pessoal especializado.

Desta vez, foram escolhidas instalações menores e mais próximas dos hospitais.

- Trens cancelados -

Ao contrário das autoridades da Escócia, do País de Gales e da Irlanda do Norte, o governo de Boris Johnson decidiu não impor novas restrições antes do Ano Novo na Inglaterra.

Em vez disso, acelerou a campanha de reforço da vacinação, com uma terceira dose já administrada em 57,5% dos maiores de 12 anos.

Para justificar a decisão, Johnson, que enfrenta oposição de parte de sua bancada, se apoia em estudos que indicam menor risco de hospitalização com a ômicron em comparação à delta.

O imunologista John Bell, da Universidade de Oxford, também relativizou a ameaça na terça-feira na BBC, destacando os benefícios da vacinação: "As cenas horríveis de um ano atrás - unidades de terapia intensiva lotadas, muitas mortes prematuras - são coisas do passado", afirmou.

Mas os cientistas temem que, apesar de tudo, haja um aumento significativo nas internações hospitalares devido ao grande número de casos.

Além da situação nos hospitais, o espetacular nível de circulação do vírus atrapalha o funcionamento do país.

A companhia ferroviária Southern cancelou todos os seus trens na estação Victoria, em Londres, até 10 de janeiro. Bombeiros e ambulâncias informam dificuldades na prestação de seus serviços.

O mesmo ocorre com o próprio NHS, o que levanta questões sobre a operação dos novos leitos improvisados.

gmo/mpa/fjb/sag/gm/ic/mvv

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