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Hopi Hari planeja acordo de R$ 2,8 bilhões, mas ideia pode não ir para frente

·2 min de leitura
Financiamento ajudaria na reestruturação, expansão e desenvolvimento dos parques de diversões <p>(Getty Images)</p>
Financiamento ajudaria na reestruturação, expansão e desenvolvimento dos parques de diversões

(Getty Images)

  • Hopi Hari planeja acordo bilionário com banco para expandir e desenvolver parques 

  • As metas incluem o pagamento de credores 

  • Acordo deveria ser discutido nesta quarta-feira, mas reunião foi cancelada

O Hopi Hari fez um acordo com o banco Whitehall & Company LLC para investir cerca de US$ 500 milhões (R$ 2,8 bilhões) na reestruturação, expansão e desenvolvimento de seus parques de diversões.

O dinheiro seria utilizado para implementação de novas atrações, desenvolvimento imobiliário dos terrenos por meio de lançamentos, aquisição de empresas do segmento e até expansão dos parques para outros locais do Brasil.

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Além disso, a meta é pagar todos os credores atuais do Hopi Hari no menor período possível, de forma a cumprir com os planos de reestruturação judicial do parque.

Parceiro deste projeto, o Whitehall é o banco líder em investimentos em ativos reais e que conta com experiência no segmento, já que por meio do fundo Apollo Global Management’s, administra e expande o portfólio de hotéis e parques aquáticos Great Wolf Lodge.

Acordo corre risco de não ir para frente

Nesta quarta-feira (3), a atual gestão do parque (a segunda desde que a empresa entrou em recuperação) iria apresentar aos credores a quarta versão do plano de retomada da companhia, depois de discutir os detalhes com o principal credor, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A reunião também debateria o plano de financiamento junto à Whitehall.

Entretanto, o evento foi cancelado nesta segunda (1º) pelo juiz Fábio Marcelo Holanda, da 1º Vara do Foro de Vinhedo. Segundo Rodrigues, devido ao fato de a cogestora Manchester Consultoria, que auxilia o juiz no processo, ter exigido documentos contábeis da antiga administração do parque.

Já o Valor Econômico informa que o pedido procurou atender um dos credores, o Prevhab, que contestaria o anúncio do acordo feito com o Whitehall, uma vez que ele não estava incluído no plano de recuperação judicial.

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