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Hong Kong mergulha na recessão devido à pandemia de COVID-19

·2 minuto de leitura
Trabalhadores usam máscaras em metrô de Hong Kong, enquanto novas medidas de distanciamento social são aplicadas no território

A economia de Hong Kong entrou em recessão no segundo trimestre de 2020 e o PIB deve registrar contração de 9% no comparativo anual, informaram as autoridades nesta quarta-feira (29), quando novas regras rígidas de distanciamento social entraram em vigor.

A ex-colônia britânica, densamente povoada (7,5 milhões de habitantes), foi uma das primeiras regiões afetadas pela pandemia após seu surgimento na China, e inicialmente alcançou bons resultados contra o coronavírus.

No entanto, embora a curva de contaminação local tenha sido praticamente achatada em junho, as infecções voltaram a aumentar há algumas semanas, o que fez as autoridades da cidade ordenarem novas medidas, como o uso obrigatório de máscaras em locais públicos a partir desta quarta-feira.

O governo publicou estimativas preliminares que mostram uma redução de 9% no PIB do território no segundo trimestre na comparação com o mesmo período de 2019.

A região semiautônoma já havia registrado uma contração recorde de 9,1% no primeiro trimestre do ano.

Prejudicado como resultado da situação política e das consequências da guerra comercial sino-americana, o PIB de Hong Kong também registrou queda no terceiro e quarto trimestres de 2019.

Além disso, o governo informou sobre uma queda notável do consumo no segundo trimestre, na ordem de 14,5%, a mais alta já registrada, "por causa da ameaça da COVID-19 e das ordens de distanciamento social".

Uma situação que não melhorará de imediato, já que a partir de hoje os clientes não poderão comer nos restaurantes de Hong Kong, que estão autorizados apenas a preparar comida para viagem.

Não são permitidas reuniões de mais de duas pessoas, exceto para famílias e serão aplicadas multas de 5.000 dólares de Hong Kong (550 euros, pouco mais de US$ 645) em caso de violação das normas.

Nos últimos oito dias, a cidade registrou mais de 100 novos casos a cada 24 horas. No território, mais 3.000 casos de COVID-19 foram confirmados, a maioria com o ressurgimento neste mês.

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