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Honda quer lançar 10 motos elétricas até 2025

A Honda anunciou seus planos para o segmento de motos e revelou que pretende lançar 10 modelos 100% elétricos até 2025. A maior fabricante de motocicletas e veículos de duas rodas do mundo, com 20 milhões de unidades vendidas anualmente, parece querer focar em seus principais produtos quando o assunto é eletrificação.

Segundo comunicado oficial, a ideia da Honda é de dividir as novas motos elétricas em três categorias: bicicletas elétricas (EB), com velocidade até 25 km/h; scooters elétricas (EM), de até 50 km/h e veículos ou motos elétricas (EV), que têm velocidade máxima superior a 50 km/h.

Honda crava lançamento de 10 motos elétricas até 2025 (Imagem: Divulgação/ Honda)
Honda crava lançamento de 10 motos elétricas até 2025 (Imagem: Divulgação/ Honda)

A montadora já iniciou esse processo em alguns países, como a Tailândia e o Japão, mas apenas com empresas de delivery e outros segmentos de trabalho. Para o uso pessoal, esses modelos devem chegar posteriormente, com foco em mercados populosos, como China e Índia.

No Brasil, a empresa relata que vai seguir com o investimento em modelos flex, com a chegada de novos produtos já em 2023. Como a maior fabricante de motores a combustão do mundo, não será do dia para noite que a Honda vau abandoná-los para adotar somente propulsores elétricos.

E os carros?

O projeto de maior destaque da Honda com relação a carros elétricos foi anunciado há pouco tempo. Trata-se de sua parceria com a General Motors para a criação conjunta de veículos zero emissão e com preços competitivos. De início, será utilizada a plataforma Ultium, de propriedade da GM, e que o Canaltech viu de perto em visita à empresa nos Estados Unidos.

Conceito do Prologue vai ganhar vida em breve (Imagem: Divulgação/ Honda)
Conceito do Prologue vai ganhar vida em breve (Imagem: Divulgação/ Honda)

O Honda Prologue, primeiro carro elétrico da Honda, será lançado oficialmente em 2024, feito justamente sobre essa plataforma da GM, algo que deve lhe render um custo de fabricação menor e, consequentemente, um preço mais acessível. No mais, a estratégia de eletrificação da montadora japonesa segue um pouco confusa, mas com meta traçada: em 2030, não terá mais modelos a combustão.

É esperar para ver.

Fonte: Canaltech

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