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Homem gera prejuízo bilionário após desbloquear celulares ilegalmente

·2 minuto de leitura
Conceito de cibersegurança
Mais de 1,9 milhão de telefones foram desbloqueados pelo grupo criminoso
(Getty Creative)
  • Muhammad Fahd, responsável por esquema de desbloqueio de celulares, foi condenado a 12 anos de prisão

  • Estima-se que ele tenha causado um prejuízo de mais de R$ 1 bilhão

  • O esquema começou em 2012, mas só foi desmantelado em 2017

Mais de R$ 1 bilhão em perdas para a operadora telefônica AT&T. Foi esse o prejuízo causado por Muhammad Fahd, um cidadão paquistanês acusado de liderar uma organização criminosa responsável por desbloquear celulares de forma ilegal.

O homem, de 35 anos, foi condenado nos Estados Unidos a 12 anos de prisão e seus atos foram definidos pelo juiz como um “cibercrime terrível [cometido] por um longo período".

Os golpes de Muhammad tiveram início em julho de 2012, conforme apontou o Departamento de Justiça dos Estados Unidos. Na época, ele entrou em contato com um funcionário da AT&T e tentou convencê-lo a fazer o desbloqueio dos celulares mediante pagamento. O colaborador também seria responsável por recrutar novos membros para o esquema.

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A partir daí, o grupo criou empresas fantasmas para receber o pagamento dos clientes pelos aparelhos desbloqueados. A estratégia que Muhammad usava era de pegar os aparelhos vinculados aos planos da operadora – que custam menos – e revendê-los por um valor mais alto.

Nem quando a operadora decidiu implementar um sistema de segurança melhor o paquistanês foi pego. Pelo contrário: ele contratou um desenvolvedor para criar um malware – um tipo de software que causa danos ao computador – que foi instalado nos sistemas da operadora. Graças a isso, Muhammad conseguia desbloquear os celulares com maior facilidade, além de obter informações confidenciais da operadora.

Somente em 2015 ele foi descoberto, após ter desbloqueado mais de 1,9 milhão de telefones. Uma investigação interna na AT&T permitiu que os funcionários envolvidos fossem demitidos, mas o esquema só foi desmantelado pelas autoridades em 2017.

Um ano depois, Muhammad foi preso pelas autoridades em Hong Kong e se declarou culpado durante julgamento.

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