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Homem é preso sob suspeita de jogar ovos em manifestantes bolsonaristas; PM de Minas Gerais investiga

·2 minuto de leitura

RIO — A Polícia Militar de Minas Gerais apura o caso de um morador de Belo Horizonte que foi preso, em casa, sob suspeita de atirar ovos contra manifestantes que apoiavam o presidente Jair Bolsonaro em um ato realizado no último sábado (1). Um vídeo que mostra a detenção circula pelas redes sociais. Os agentes entraram no edifício da Av. Afonso Pena, algemaram um morador e o levaram para uma delegacia. O deputado estadual Bernardo Bartolomeo Moreira (NOVO), conhecido como Bartô do Novo, também estava presente na abordagem.

O homem que aparece nas imagens é Felipe Fonseca Cezário, de 32 anos. Em entrevista ao jornal "Folha de São Paulo", ele contou que os policiais bateram na porta e ele avisou que não abriria. Depois, mudou de ideia, autorizou a entrada, mostrou toda a casa para os agentes, e acabou sendo preso. Ele foi liberado cerca de sete horas após chegar a Central de Flagrantes. Felipe nega ter jogado ovos contra os presentes no ato. Ele afirma que gritou "Fora Bolsoanaro" quando viu um grupo de pessoas apontado para o edifício.

— Mostrei a casa toda para ele. Então o policial me disse que o crime estava materializado e que eu seria levado. Que tinha testemunha — relatou.

Em nota publicada em uma rede social, o deputado Bartô do Novo diz que "em momento algum esteve no apartamento do suspeito e que apenas acompanhou o trabalho dos policiais militares e as testemunhas com intuito de orientar e dar tranquilidade na ação". No comunicado, o político conta que estava na caminhada em comemoração ao Dia do Trabalho "quando manifestantes foram surpreendidos com atos de agressão. Ovos, sacos de água, fezes e outros objetos foram atirados de um prédio na Avenida Afonso Pena, no centro de Belo Horizonte". Ele afirma ainda que a Polícia Militar foi acionada e que coube a corporação "adentrar ao prédio e posteriormente identificar a pessoa suspeita dos atos criminosos. A ação aconteceu sem qualquer movimento de invasão por parte dos agentes".

O GLOBO entrou em contato com a Polícia Militar, quer informou em nota que "foi instauradoum procedimento administrativo para verificar às circunstâncias que ensejarama prisão em questão".