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Homem é condenado a prisão por gastar mais de US$ 600 mil com cartões roubados

·2 minuto de leitura

Um homem de 33 anos foi condenado a três anos de prisão por coordenar um esquema de compras fraudulentas que levou a mais de US$ 600 mil em compras por meio de cartões de crédito roubados. O indivíduo, do estado americano de Washington, adquiriu os dados na dark web e pulverizou as informações entre diferentes carteiras digitais usadas para a compra de produtos de tecnologia e artigos de luxo.

De acordo com as autoridades, Aaron Laws usou mais de 500 cartões de créditos diferentes, principalmente por meio do Apple Pay. Assim, a partir de uma rede de comparsas que recebiam comissões, ele foi capaz de realizar compras em lojas físicas de oito estados, sem que os envolvidos tivessem, efetivamente, o plástico em mãos. iPhones, MacBooks, um relógio da marca Rolex e joias foram adquiridas como parte do esquema, além de pelo menos US$ 93 mil em criptomoedas — todos os crimes aconteceram entre fevereiro de 2017 e dezembro de 2018.

Os artigos adquiridos eram revendidos a terceiros, normalmente por preços abaixo daqueles praticados no comércio, e o dinheiro resultante também era usado para a compra de criptomoedas. A modalidade financeira era a peça central da lavagem de dinheiro para o caso e, também, tema de muitas das compras, incluindo um dos itens mais caros, um medalhão de ouro com dezenas de diamentes e o símbolo das Bitcoins, cujo valor não foi revelado. Tessa Gorman, a procuradora responsável pelo caso, disse que o esquema coordenado por Laws era sofisticado e difícil de se detectar, mas foi desvendado em um trabalho conjunto das autoridades.

<em>iPhones, MacBooks e joias, incluindo este medalhão com dezenas de diamantes, fizeram parte de esquema que envolvia compras com cartões roubados e lavagem de dinheiro com criptomoedas (Imagem: Divulgação/U.S. Attorney’s Office, Western District of Washington)</em>
iPhones, MacBooks e joias, incluindo este medalhão com dezenas de diamantes, fizeram parte de esquema que envolvia compras com cartões roubados e lavagem de dinheiro com criptomoedas (Imagem: Divulgação/U.S. Attorney’s Office, Western District of Washington)

Além dos três anos de prisão, o indiciado deverá devolver US$ 624 mil às instituições que foram fraudadas como parte da operação, com marcas como Apple e a rede varejista Best Buy citadas como as mais atingidas.

Ao juiz, Laws afirmou que todo o caso foi fruto de decisões equivocadas em um momento difícil de sua vida, no qual ele lutava contra a depressão e o vício em narcóticos, depois que uma lesão no joelho o impediu de seguir carreira como jogador de basquete.

Como forma de reduzir sua pena, ele confessou os crimes em janeiro do ano passado. Pesava sobre ele, ainda, uma condenação anterior, de 2017, por roubo de identidade e fraude financeira; ele foi condenado a passar os fins de semana na prisão e, nos dias úteis, operava o esquema com os cartões de crédito roubados.

Além de Laws, outros dois homens, Dennison Ellis e Jeffrey Mayfield, também foram sentenciados a penas de seis meses de prisão cada, bem como restituições de US$ 283 mil e US$ 181 mil, respectivamente. Eles eram amigos de infância do chefe do esquema e, na visão do juiz responsável pelo caso, Robert S. Lasnik, faziam parte de uma organização que, até seu desmantelamento, parecia inatingível para os envolvidos.

Fonte: Canaltech

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