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“Hoje o Brasil pode se orgulhar”, diz Pazuello sobre pandemia

Ana Paula Ramos
·3 minuto de leitura
Brazilian Health Minister General Eduardo Pazuello speaks during the sanction of the law that authorizes states, municipalities and the private sector to buy vaccines against COVID-19, at the Planalto Palace in Brasilia, on March 10, 2021. - Until now, with more than 260,000 deaths by the coronavirus, only the federal Government was authorized to buy vaccines. (Photo by EVARISTO SA / AFP) (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
Ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello participa de entrevista coletiva nesta segunda (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)

O ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello, faz nesta segunda-feira (15) um balanço de suas ações no enfrentamento da covid-19 e apresentou dados sobre a vacinação no Brasil. "Hoje o Brasil pode se orgulhar”, disse.

Na avaliação dele, "novo ciclo do vírus expôs as fragilidades do sistema de saúde". 

"Somos o quinto país do mundo em distribuição de vacinas", afirmou. Segundo dados apresentados pelo Ministério da Saúde, já foram vacinadas 11,5 milhões de pessoas. Pazuello prometeu ainda vacinar 29 milhões em março.

"Espero estar sendo claro. Cronograma é para ser previsto. Alterações podem acontecer", destacou.

No total, a pasta informou que já foram contratadas mais de 562 milhões de doses de vacina contra o coronavírus para 2021, além da negociação de compra do imunizante da Moderna. Segundo ele, o processo de compra das vacinas Sputinik, da Pfizer e da Janssen já foi concluído. São 100 milhões de doses da Pfizer e 38 milhões da Janssen como "vacinas contratadas", de acordo com o cronograma.

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Entre as vacinas já adquiridas pelo governo do Brasil, o ministro listou a AstraZeneca/Oxford, produzidas em parceria com a Fiocruz, e compradas do laboratório indiano Serum; Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan e doses compradas da Sinovac; doses da vacina de Oxford compradas por meio do consórcio Covaxx FacilIty, da OMS; vacina Precisa, da farmacêutica indiana Bharat Biotech; doses da Sputinik V, da União Química; e vacinas da Pfizer e da Janssen.

"Velocidade administrativa"

"Essas vacinas e laboratórios já estão contratados. Sim, eu estou informando à população que nós já concluímos a contratação da União Química da Sputnik, da Pfizer e da Janssen. Todas essas contratações foram finalizadas a partir da lei que foi sancionada, se não me engano, quarta-feira da semana passada. Só para que os senhores compreendam a velocidade administrativa desse trabalho. A partir da lei, sancionada na quarta-feira, hoje, segunda-feira, estou informando que já fizemos essas contratações completas, com tudo que foi solicitado em termos de cláusulas", afirmou Pazuello.

O ministro também exaltou a produção nacional de vacinas, o que já representa quase 15% das doses disponíveis. "A produção nacional de vacinas é a nossa maior vitória. Sem ela, não teríamos vacinado quase ninguém", disse.

Diante da pressão de aliados e do aumento no número de mortes pela covid-19, o presidente Jair Bolsonaro tem cogitado a troca do ministro.

"Não pedi pra sair, estamos focados na missão. Quando o presidente tomar sua decisão, faremos uma transição correta, como manda o figurino", disse Pazuello hoje na coletiva. "Não estou doente", alegou, mas admitiu que está no cargo só enquanto Bolsonaro não escolhe seu substituto.

Questionado sobre falta de estoque de oxigênio em estados brasileiros, o ministro disse que não é obrigação da pasta. "Ministério da Saúde não tem nada a ver com logística de cilindros de oxigênio", disse Pazuello.