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Hidrelétricas com água de sobra são problema a menos para Lula

(Bloomberg) -- As duas maiores hidrelétricas do Brasil estão tão cheias de água que abriram as comportas em uma reversão de tendência que reduzirá a demanda por gás natural na maior economia da América Latina.

É um contraste em relação a dois anos atrás, quando uma seca histórica obrigou o Brasil a intensificar as importações de gás natural liquefeito para evitar racionamento de eletricidade. Itaipú, a terceira maior barragem do mundo, começou a liberar água no dia 14 de janeiro e não vai parar até o final do mês. O mesmo acontece em Belo Monte, a quinta maior em capacidade instalada.

Para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva isso significa que ele não precisa se preocupar com uma crise energética como as que alguns de seus predecessores tiveram que enfrentar. Também significa que o Brasil não precisará de tanto GNL para gerar eletricidade, deixando um concorrente a menos para os importadores europeus em um mercado global que foi pressionado pela invasão russa da Ucrânia.

“Para Lula, o custo da eletricidade não será um problema, pelo menos no primeiro ano”, disse Henrique Anjos, analista da Wood Mackenzie. “A situação das hidrelétricas está muito boa agora, e isso é uma novidade em termos dos últimos 10 anos”.

A eletricidade é um ponto positivo em meio a vários desafios para Lula. Juros altos e inflação pesam sobre o crescimento econômico, e sua equipe econômica luta para equilibrar o orçamento.

O rápido crescimento da energia eólica e solar nos últimos anos também permitiu que as hidrelétricas brasileiras, que respondem por cerca de 60% do fornecimento de eletricidade do país, recuperassem os níveis dos reservatórios.

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