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Hermanos x golpes: startup argentina antifraudes prepara chegada ao Brasil

·2 minuto de leitura

A Argentina recentemente deixou um gosto amargo na boca dos torcedores brasileiros com a conquista da Copa América e os "hermanos" prometem voltar em breve. Mas calma, desta vez é uma boa notícia: a startup argentina VU Security, focada em cibersegurança, prepara entrada no país após captar R$ 60 milhões.

Fundada em 2007, a VU surgiu a partir de uma experiência pessoal do fundador Sebastián Stranieri. Ele levou a avó para fazer uma prova de vida em um banco, mas a burocracia para comprovar que ela estava viva fizeram-no a investir em uma solução digital de verificação de identidade. A startup vende a empresas ferramentas como biometria, geolocalização, reconhecimento de documentos e análise de comportamento do usuário.

Segundo o site Infomoney, a empresa tem 130 funcionários no total, mas 10 deles já trabalham no Brasil – eles querem triplicar esse número em 12 meses – e já captou clientes no país, mas ainda não divulgou os nomes. No total, atende a 130 companhias, que por sua vez atendem a mais de 350 milhões de usuários. Alguns de seus clientes são o Banco Santander, o unicórnio argentino de software Globant e a rede de lojas Falabella.

Imagem: duallogic/Unsplash
Imagem: duallogic/Unsplash

“As empresas passaram do físico para o digital e não se atentaram para verificação de identidade e prevenção de fraudes. Nossa proposta acelera a implementação dessas medidas, poupando tempo e inclusive dinheiro, já que um ataque pode quebrar a operação delas”, diz Gastón Gené, chefe de operações da VU, que deu entrevista ao Infomoney.

Os planos para o Brasil são ambiciosos. “O Brasil é o principal mercado da América Latina, e um dos principais do mundo. Vamos investir fortemente e buscar o melhor talento brasileiro, servindo companhias de diversas categorias com uma proposta de cibersegurança plug and play”, diz Gené.

Segundo um relatório da Grand View Research, o mercado de cibersegurança deve chegar a US$ 192,7 bilhões até 2028. No ano passado, foi estimado em US$ 162,5 bilhões pela Quince, empresa de análises de mercado. Segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos), a maioria das transações bancárias ocorre no Brasil por aplicativos de celular.

Fonte: Canaltech

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