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Heloisa Bolsonaro diz que movimento antivacina 'só pode ser coisa de retardado'

Extra
·1 minuto de leitura

Respondendo a uma série de perguntas de seguidores nos stories do Instagram, a psicóloga Heloisa Bolsonaro chamou o movimento antivacina de "coisa de retardado" nesta terça-feira, dia 24. O post chamou atenção porque seu marido, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), já se manifestou contrário à vacinação obrigatória em meio às pesquisas por vacinas para a Covid-19. Diante da repercussão na web, Heloisa voltou à rede social para ressaltar que não estava se referindo ao novo coronavírus, mas, sim, "aos pais que às vezes querem poupar os filhos de vacina".

Tudo começou com um seguidor perguntando se a filha do casal, Geórgia, nascida em 10 de outubro, será vacinada, além da opinião de Heloisa sobre o movimento antivacina. A psicóloga mostrou-se a favor da vacinação na infância.

"Geórgia toma e tomará todas vacinas para cada fase", afirmou. "Não sabia que existia um movimento anti-vacina, mas agora sabendo, só pode ser coisa de retardado. Depois quando o filho tiver uma doença, quero ver ele agradecer aos pais por terem poupado ele da dor do 'pic'. Pqp né?! Por esssas e outras a gente vê a volta de doenças antes erradicadas".

Pouco depois, com seu post se alastrando pela internet, a psicóloga retomou o assunto para destacar que seu posicionamento não tinha qualquer envolvimento com as vacinas para Covid-19.

"Não me referi a vacina do Covid. Me referi aos pais que às vezes querem poupar os filhos de vacinas. Poupar de dores, assim como de frustrações e etc. Isso pra mim é irresponsabilidade com várias consequências, inclusive psicológicas", acrescentou.

Em outubro, Eduardo Bolsonaro se manifestou em seu perfil do Twitter a respeito da obrigatoriedade de tomar vacinas, colocando-se contrário à norma.