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Heineken deve desacelerar e favorecer mercado para Ambev

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Estimativas do Bradesco BBI apontam que a cervejeira perderá presença no país <p>(Getty Images)</p>
Estimativas do Bradesco BBI apontam que a cervejeira perderá presença no país

(Getty Images)

  • Heineken deve desacelerar no Brasil depois de cinco anos de crescimento;

  • Cenário pode favorecer o mercado cervejeiro para a Ambev;

  • Projeção tem como base o padrão observado em dez países ao longo de nove anos.

Depois de cinco anos de crescimento nas vendas de cerveja no Brasil, a Heineken deve enfrentar um período de desaceleração e de menor volume de vendas – o que pode favorecer grandemente a brasileira Ambev.

De acordo com as estimativas do Bradesco BBI, a holandesa deve sofrer com o mesmo padrão visto ao redor do mundo. O analista Leandro Fontanesi explica que 10 países foram analisados de 2011 a 2020. Das marcas de cerveja líderes nos primeiros cinco anos, somente 10% permanecia na posição a partir de 2016, sendo que metade perdeu mercado nesse segundo período.

"De fato, embora acreditemos que a marca continuará a crescer, ela pode não ser necessariamente a principal ganhadora de participação de mercado, pois tem atingido presença semelhante à de outros países. Por exemplo, comparando outros mercados globais para a Heineken, em cerca de 80% deles, a principal marca da Heineken tem uma participação de mercado de 0 a 10%, que seria onde a marca está atualmente no Brasil", escreve o analista, segundo o Estadão.

Em 2021, a marca principal da Heineken – de mesmo nome da empresa – não foi a que mais ganhou participação no mercado brasileiro. Ela ficou em terceiro lugar, junto com a Amstel, que também pertence à Heineken. Os líderes foram os lançamentos da Ambev: Brahma Duplo Malte e seu clássico Antarctica Pilsen.

O que diz a Heineken

Em nota ao Estadão, a cervejeira garantiu ter uma estratégia para fortalecer sua participação no Brasil nas categorias premium e mainstream – representada pelas marcas Heineken, Eisenbahn, Devassa, Amstel e Tiger.

"Estamos monitorando os fatores externos que naturalmente impactam todos os setores da economia, mas seguimos acreditando e investindo no País, inclusive com a construção de uma nova cervejaria no estado de Minas Gerais para atender à nossa crescente demanda", informou.

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