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Havan vende arroz e feijão para poder reabrir como 'serviço essencial'

Redação Finanças
·3 minuto de leitura
Foto: Associated Press/Leo Correa
Foto: Associated Press/Leo Correa

Unidades da rede de lojas Havan começaram a vender produtos alimentícios, como arroz e feijão, na tentativa de enquadrar o comércio da empresa como serviço essencial e, assim, poder reabrir durante a quarentena contra a pandemia de coronavírus. A informação é do jornal Folha de S.Paulo.

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Segundo funcionários da rede ouvidos pela Folha, a Havan começou a vender arroz e feijão há cerca de duas semanas, mas o estoque disponível nas lojas é sempre baixo. No site da rede, porém, esses itens de cesta básica não são vendidos.

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A venda de arroz e feijão ao lado de produtos para a casa é uma tentativa da empresa de reforçar o argumento de que é um hipermercado e não uma loja de departamentos, discurso que tem levado aos tribunais de Justiça na tentativa de conseguir uma liminar para reabrir suas portas.

Alimentos como arroz, feijão e macarrão colocados à venda na loja da Havan, em Ribeirão Preto. Foto: Marcelo Toledo/Folhapress
Alimentos como arroz, feijão e macarrão colocados à venda na loja da Havan, em Ribeirão Preto. Foto: Marcelo Toledo/Folhapress

Das 143 lojas da rede no País, apenas 16 estão fechadas. A maioria das lojas abertas está em Santa Catarina e Paraná, estados que flexibilizaram a quarentena e permitiram a reabertura parcial do comércio, com horário reduzido.

Em pelo menos duas cidades do interior de São Paulo, Araçatuba e Lorena, a empresa conseguiu uma liminar para reabrir. Nos dois casos, a Justiça entendeu que a Havan é um hipermercado, e não uma loja de departamento. Já em Rio Branco (AC) e Vitória da Conquista (BA), o pedido da empresa foi negado.

Nas duas cidades, a direção da empresa simplesmente ignorou os decretos que obrigavam o fechamento do comércio e reabriu suas lojas, até que elas foram interditadas. Juntamente com os pleitos na Justiça, a Havan tem levado funcionários a protestar contra a quarentena na porta de prefeituras.

Luciano Hang, o dono da Havan, chegou a compartilhar nas redes sociais o vídeo de um desses atos. "Os colaboradores da Havan foram às ruas defender o direito de trabalhar", argumentou o empresário.

Também nas redes sociais, Hang rebateu críticas pela estratégia da Havan. Ao youtuber Felipe Neto, disse que estava "dentro da lei". Ao deputado estadual Flavio Serafini (PSOL-RJ), disse que não via problema em vender arroz e feijão para escapar da quarentena.

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