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Hackers usam Telegram, Signal e Dark Web para apoiar protestos contra o Irã

Mahsa Amini morreu enquanto estava sob custódia da polícia por supostamente violar o estrito código de vestimenta islâmico no Irã ao usar seu lenço de cabeça muito solto (REUTERS/Lisi Niesner)
Mahsa Amini morreu enquanto estava sob custódia da polícia por supostamente violar o estrito código de vestimenta islâmico no Irã ao usar seu lenço de cabeça muito solto (REUTERS/Lisi Niesner)
  • Hackers estariam usando Telegram, Signal e Dark Web para apoiar protestos no Irã;

  • Principais atividades são vazamento e venda de dados, incluindo números de telefone e e-mails de funcionários e mapas de locais confidenciais;

  • Anonymous disse estar por trás de ataques cibernéticos que derrubaram sites do governo iraniano em protestos contra a morte de Mahsa Amini.

A Check Point Research (CPR), divisão de Inteligência em Ameaças da Check Point® Software Technologies, detectou o uso suspeito de Telegram, Signal e Dark Web por hackers para apoiar manifestantes contra o governo do Irã.

De acordo com informações do portal CryptoID, "as principais atividades são vazamento e venda de dados, incluindo números de telefone e e-mails de funcionários e mapas de locais confidenciais". A CPR ainda detectou "o compartilhamento de servidores VPN abertos para contornar a censura e relatórios sobre o status da Internet no Irã, bem como o hacking de conversas e guias".

Os grupos de hackers estariam trabalhando para possibilitar que a população iraniana consiga se comunicar, compartilhar notícias e saber o que está acontecendo em diferentes lugares.

Na semana passada, o grupo hacker ativista Anonymous disse estar por trás de ataques cibernéticos que derrubaram sites do governo iraniano, alegando que isso fazia parte do apoio do coletivo de hackers aos protestos contra a morte de Mahsa Amini.

A mulher de 22 anos morreu enquanto estava sob custódia da polícia de moralidade por supostamente violar o estrito código de vestimenta islâmico no Irã ao usar seu lenço de cabeça muito solto, levando mulheres de todo o país a remover ou até queimar seus lenços obrigatórios.

Em uma mensagem postada em canais de mídia social afiliados ao Anonymous na terça-feira (22), o grupo de hackers disse que a morte de Amini foi a “última gota” e que lançou #OpIran contra o estado iraniano.

“As pessoas estão mobilizadas e as ruas estão cheias de gritos de liberdade e gritos de pessoas corajosas”, afirmou um vídeo que acompanhava a postagem.

De acordo com NetBlocks, um site de vigilância da internet, o governo iraniano restringiu gradualmente o acesso à web em grande parte do país nos últimos dias. O apagão começou em Teerã e em outras partes do Irã quando os protestos começaram na sexta-feira. Na noite de 19 de setembro, o governo estendeu as restrições a partes da província ocidental do Curdistão.