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Hackers russos postam falsas mensagens de rendição da Ucrânia

·1 min de leitura
Objetivo é enfraquecer a confiança da população nas informações sobre a Ucrânia
Objetivo é enfraquecer a confiança da população nas informações sobre a Ucrânia

(Getty Images)

  • Grupo de hackers favorável à Rússia invade perfis de militares ucranianos, diz Meta;

  • Nas contas invadidas, eles fazem posts como se os militares estivessem se rendendo sem luta;

  • Meta bloqueou diversas contas e vídeos que propagam tais informações falsas.

O grupo de hackers UNC1151, favorável à Rússia, tentou descredibilizar uma série de contas do Facebook pertencentes a militares ucranianos ao invadi-las e postar vídeos sobre supostas rendições. As informações foram compartilhadas pela Meta, dona da rede social, em seu novo relatório de segurança.

“Em alguns casos, eles [hackers] postaram vídeos [nos perfis dos miliares ucranianos] pedindo que o Exército [ucraniano] se rendesse, como se essas postagens fossem dos donos legítimos das contas. Bloqueamos o compartilhamento desses vídeos”, disse a empresa.

A campanha promovida pelos criminosos foi rotulada como ‘Ghostwriter’ por pesquisadores de segurança, palavra que designa a pessoa que escreve textos assinados por terceiros.

Apesar dos hackers tentarem comprometer dezenas de outras contas, uma atualização da Meta em fevereiro bloqueou a maioria dos ataques. Já as postagens bem-sucedidas foram logo identificadas pela empresa, que deletou os vídeos antes que fossem ainda mais compartilhados.

Apesar dessas informações de falsas rendições de militares serem rapidamente refutadas, especialistas explicam que o objetivo dos hackers é correr a confiança dos ucranianos na mídia em geral. Tanto que até redes de televisão do país de Volodymyr Zelensky foram atacadas, com transmissão ao vivo de notícias enganosas sobre as rendições.

Além dessas táticas, o relatório da Meta também aponta uma série de outras ações conduzidas por agentes pró-Rússia antes mesmo do país invadir o vizinho. Uma delas refere-se a um grupo ligado à KGB – antiga organização de serviços secretos da União Soviética – que teria postado em polonês e inglês sobre tropas “ucranianas se rendendo sem luta e os líderes da nação fugindo do país em 24 de fevereiro, o dia em que a Rússia começou a guerra”.