Mercado abrirá em 8 h 33 min
  • BOVESPA

    129.513,62
    +1.085,64 (+0,85%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.558,32
    +387,54 (+0,77%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,40
    +0,10 (+0,14%)
     
  • OURO

    1.777,40
    +0,70 (+0,04%)
     
  • BTC-USD

    34.852,64
    +2.329,64 (+7,16%)
     
  • CMC Crypto 200

    837,40
    +50,78 (+6,46%)
     
  • S&P500

    4.266,49
    +24,65 (+0,58%)
     
  • DOW JONES

    34.196,82
    +322,58 (+0,95%)
     
  • FTSE

    7.109,97
    +35,91 (+0,51%)
     
  • HANG SENG

    29.210,31
    +327,85 (+1,14%)
     
  • NIKKEI

    29.104,62
    +229,39 (+0,79%)
     
  • NASDAQ

    14.369,00
    +14,75 (+0,10%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,8673
    +0,0050 (+0,09%)
     

Hackers russos e norte-coreanos atacaram fabricantes de vacinas contra COVID-19

·2 minuto de leitura

A corrida contra o novo coronavírus (SARS-CoV-2) é global e seus frutos trarão paz para o mundo inteiro; mas, mesmo assim, alguns agentes governamentais estão utilizando esta crise para obter mais prestígio ao roubar ou desestruturar o trabalho de pesquisadores estrangeiros. Agora, segundo a Microsoft, três grupos de hackers estatais (ou seja, financiados por entidades do governo) foram pegos no flagra atacando instituições e empresas privadas que se destacam em soluções contra a COVID-19.

O primeiro desses grupos é o APT28, um coletivo originário da Rússia que é tradicionalmente conhecido como Fancy Bear, mas recentemente ganhou o apelido de Strontium. Além dele, temos duas equipes de origem norte-coreana: o Zinc (antigo Lazarus Group) e o Cerium, que é um nome inédito identificado pela primeira vez na pesquisa da Gigante de Redmond.

Embora a Microsoft não tenha citado os nomes das vítimas, ela garantiu que se tratam de “empresas farmacêuticas e pesquisadoras de vacinas no Canadá, França, Índia, Coreia do Sul e Estados Unidos”. No total, foram sete alvos, sendo que a maior parte dos afetados são companhias focadas em tratamentos contra a COVID-19, mas também há uma desenvolvedora de testes rápidos capazes de identificar a presença do novo vírus no organismo do paciente.

Os métodos de ataque variam. Enquanto o Strontium parece ter se especializado em ataques de força bruta (tentando “adivinhar” a senha de funcionários das empresas espionadas), o Zinc e o Cerium se focaram em ataques de phishing altamente customizados, disparando falsas ofertas de emprego e até mesmo simulando comunicados oficiais da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Segundo Tom Burt, vice-presidente de segurança do consumidor da Microsoft, é necessário que as entidades governamentais tomem iniciativa para reduzir a incidência de ataques cibernéticos ao setor médico. “Acreditamos que a lei deve ser aplicada não apenas quando os ataques se originam de agências governamentais, mas também quando se originam de grupos criminosos que os governos permitem operar — ou mesmo facilitar — dentro de suas fronteiras. Esta é uma atividade criminosa que não pode ser tolerada”, afirma.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos