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Guerra na Ucrânia começa a impactar alimentos no Brasil

·2 min de leitura
Guerra tem feito com que os preços internacionais de vários produtos aumentem de forma muito acelerada (Getty Images)
Guerra tem feito com que os preços internacionais de vários produtos aumentem de forma muito acelerada (Getty Images)
  • Guerra entre Rússia e Ucrânia já impacta alimentos no Brasil;

  • Preços do trigo, milho, petróleo e fertilizantes ficam mais altos no mercado internacional;

  • Pesquisa da ABIA mostra os efeitos que isso tem no mercado brasileiro.

A guerra entre Rússia e Ucrânia já está impactando diversos alimentos no Brasil devido ao aumento de preços das matérias-primas e insumos usados pelo setor. É o que mostra uma pesquisa da ABIA (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos).

Os itens mais afetados são: milho, sendo Kiev (capital da Ucrânia) a 6ª maior exportadora do grão, e o trigo, largamente exportado pelo país (9º lugar no mundo) e pela Rússia (4º lugar no mundo).

Conforme aponta a ABIA, a guerra tem feito com que os preços internacionais destes produtos aumentem de forma muito acelerada, principalmente porque existe um temor de que haja uma escassez mundial. As oscilações, portanto, afetam diretamente o bolso dos consumidores.

"Mantida a alta dos preços das commodities (agrícolas e energia), diminui a expectativa de crescimento do consumo no mercado interno. No caso das exportações, o cenário de alta nos preços dos alimentos contribui para a ampliação das vendas, mesmo com a expectativa de redução do crescimento da economia mundial", destaca a associação.

No caso do trigo, a Argentina ainda é o maior fornecedor do Brasil, respondendo por cerca de 87,5% das importações. Portanto, a probabilidade de que o Brasil sofra com desabastecimento ainda é baixa.

Petróleo e fertilizantes também são afetados

Não são apenas os alimentos exportados por Rússia e Ucrânia que afetam o mercado brasileiro. Petróleo e fertilizantes também são impactados, especialmente porque Moscou sendo é o maior exportador do mundo deste último e de onde o Brasil mais compra.

Segundo a ABIA, a alta no petróleo impacta diretamente não só os combustíveis, como as embalagens plásticas, por exemplo – que respondem por 60% dos custos de produção dos alimentos industrializados. Somente em 2021, a alta desses insumos chegou a 100%.

Com relação aos fertilizantes, existe o risco de pressão adicional nos custos das commodities agrícolas na próxima safra de verão, uma vez que Rússia e Bielorússia foram responsáveis, em 2021, por 25% do volume total de fertilizantes importado pelo Brasil.

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