Mercado abrirá em 2 h 38 min
  • BOVESPA

    120.933,78
    -180,15 (-0,15%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.072,62
    -654,36 (-1,34%)
     
  • PETROLEO CRU

    63,98
    +0,60 (+0,95%)
     
  • OURO

    1.767,20
    -3,40 (-0,19%)
     
  • BTC-USD

    55.708,47
    -1.046,79 (-1,84%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.257,54
    -41,41 (-3,19%)
     
  • S&P500

    4.163,26
    -22,21 (-0,53%)
     
  • DOW JONES

    34.077,63
    -123,04 (-0,36%)
     
  • FTSE

    6.931,17
    -68,91 (-0,98%)
     
  • HANG SENG

    29.135,73
    +29,58 (+0,10%)
     
  • NIKKEI

    29.100,38
    -584,99 (-1,97%)
     
  • NASDAQ

    13.840,50
    -56,75 (-0,41%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,6852
    +0,0095 (+0,14%)
     

Guedes nega atritos com Congresso em negociações sobre Orçamento

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil
·2 minuto de leitura

O ministro da Economia, Paulo Guedes, negou hoje (8) haver atritos com o Congresso Nacional na negociação sobre vetos ao Orçamento Geral da União de 2021. Em evento promovido pela Câmara de Comércio Brasil–Estados Unidos e pelo Conselho de Negócios Brasil–Estados Unidos, ele declarou que o Poder Executivo e os parlamentares estão em parceria contínua na construção do orçamento.

“Pela primeira vez, o governo e o Congresso estão construindo, juntos, o orçamento. É um time que nunca jogou junto. Mas somos parceiros, Poderes independentes que podem cooperar entre si”, comentou o ministro no evento virtual 2021 Brasil Summit.

De acordo com o ministro, houve um acordo político para a aprovação do Orçamento no fim de março que permitiu aos parlamentares inserirem emendas impositivas em programas do governo voltados principalmente para a proteção social.

Nas últimas semanas, a equipe econômica e os parlamentares têm enfrentado entraves nas negociações para o presidente Jair Bolsonaro vetar pontos do Orçamento aprovado. Durante a tramitação, o Congresso cortou R$ 26,45 em despesas obrigatórias, como Previdência Social, abono-salarial e seguro-desemprego, para reforçar emendas impositivas. O Ministério da Economia passou a recomendar o veto a parte das emendas para evitar um eventual crime de responsabilidade.

Atribuindo as negociações à estreia na coordenação entre Executivo e Legislativo, Guedes disse que os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), fazem parte da base aliada. “Tem muito barulho hoje sobre crise política no Brasil e problemas do Orçamento, mas eu espero que seja só barulho. O sinal é de que a coalizão política vai, pela primeira vez, aprovar o orçamento junto. É normal que tenha erros aqui, excessos ali, mas achamos que tudo vai terminar bem”, afirmou.

Empregos

O ministro também comentou a geração de 401,6 mil empregos formais em fevereiro, dizendo que o mercado de trabalho está se recuperando da crise gerada pela pandemia de covid-19. Guedes voltou a prometer a reedição do Programa Emergencial de Proteção do Emprego e da Renda (BEm), afirmando que no ano passado a redução de jornada e a suspensão de contratos ajudaram a preservar 11 milhões de postos.

Na avaliação do ministro, o Brasil está enfrentando a pandemia de covid-19 com a vacinação em massa e disse que o governo está empenhado em aprovar as reformas estruturais, citando a aprovação da autonomia do Banco Central e a quebra do monopólio dos mercados de gás natural e de saneamento.

O ministro negou que o Brasil tenha outra queda do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021 e lembrou que, no ano passado, o PIB caiu 4,8%, enquanto previsões de diversos organismos internacionais previam quedas de 9% a 11%.