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Guedes diz nunca ter xingado servidores públicos de ‘parasitas’

·2 min de leitura
Paulo Guedes
Ministro reclama que fala foi tirada de contexto

(Andressa Anholete/Getty Images)

  • Paulo Guedes alegou nunca ter chamado servidores públicos de 'parasitas'

  • Fala data do começo de 2020, quando o ministro fez a comparação

  • Durante evento, ele ainda pediu apoio do funcionalismo para aprovar a reforma administrativa

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira (24) que nunca chamou os funcionários públicos de ‘parasitas’. O discurso aconteceu durante evento organizado pela Corregedoria do Ministério da Economia, onde pediu apoio dos servidores para a aprovação da reforma administrativa.

"Eu nunca xinguei (servidores). A minha mãe é funcionária pública, está viva ainda com 99 anos, foi funcionária pública a vida toda, dedicada, uma boa servidora. Eu estou experimentando aqui o convívio aqui com gente extraordinária", defendeu-se.

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Guedes apontou que sua fala, proferida no começo do ano passado, havia sido tirada de contexto. Segundo ele, a crítica foi direcionada aos estados e municípios que destinam mais verba aos salários do que à saúde, segurança e educação.

"Não acreditem nas versões editadas do que eu falo", pediu. "Eu estava fazendo um discurso sobre a necessidade de controlar os gastos das unidades subfederativas. Tem centenas de municípios que não conseguem pagar a própria folha. Eu disse: 'olha, isso é como se fosse uma unidade que está ficando parasitária'. Aí na mesma hora falaram que estava xingando funcionários públicos".

Ministro compara funcionário público a 'parasita'

Em fevereiro de 2020, Paulo Guedes disse, durante evento na FGV do Rio, que servidores públicos são como parasitas que estão matando o hospedeiro (no caso, o governo) ao receberem reajustes automáticos enquanto estados estão quebrados.

"O funcionalismo teve aumento de 50% acima da inflação, além de ter estabilidade na carreira e aposentadoria generosa", afirmou. "O hospedeiro está morrendo, o cara virou um parasita. O dinheiro não chega no povo e ele quer reajuste automático”.

Na época, o ministério chegou a enviar uma nota à imprensa, alegando que a fala do ministro havia sido tirada do contexto e que ele lamentava o ocorrido.

Guedes busca apoio dos servidores públicos

Parada na Câmara, a reforma administrativa prevê mudanças no serviço público civil nos três Poderes de todos os entes federativos (estados e municípios) e no Ministério Público, mas apenas para futuros servidores. Membros de Poder - como juízes, promotores e políticos - e militares ficarão de fora.

Durante o evento de hoje, Guedes pediu o apoio do funcionalismo e disse que a proposta moderniza o serviço público.

"Nós propusemos uma reforma administrativa onde nós não iríamos atingir nenhum direito do funcionalismo público atual. Nós só estávamos criando um filtro para valorizar o funcionalismo atual. Dizendo: 'agora não é só fazer um concurso público e ganhou estabilidade, você vai ser avaliado para então merecer a estabilidade de emprego que os cargos atuais já têm e continuarão tendo’”.

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