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Guedes defende privatizações mesmo sob “risco de perder apoio do centro”

·2 min de leitura
Brazil's Economy Minister Paulo Guedes speaks during a session of the Labor, Administration and Public Service committee, at the Chamber of Deputies in Brasilia, Brazil November 23, 2021. REUTERS/Adriano Machado
Ministro da Economia, Paulo Guedes, defende avanço de privatizações mesmo sob “risco de perder apoio do centro”. FOTO: REUTERS/Adriano Machado
  • Ministro cita risco da Petrobras e eleitor que votou em Bolsonaro como argumentos para privatizações;

  • Ministro da Economia defende avanço de desestatização "mesmo sob risco de perder apoio do centro";

  • Guedes defende criação de Ministério do Patrimônio da União;

Nesta quarta-feira (1º), em evento da Secretaria Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados, O ministro da Economia, Paulo Guedes, reforçou a importância do avanço da agenda de privatizações. De acordo com informações da CNN Brasil, o ministro citou o risco da Petrobras em meio à transição mundial para economias sustentáveis e o eleitor que votou no presidente Jair Bolsonaro por uma economia liberal, como argumentos para apoio ao programa de desestatização proposto pela equipe econômica.

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“Temos que avançar com o nosso programa, mesmo sob o risco de perder o apoio do centro. Se a gente não privatiza, não vende, as pessoas vão se perguntar porque votar. Para ficar tudo parado como sempre foi? Temos que seguir com nossa agenda”, argumentou em evento nesta quarta-feira, e completou falando sobre o risco da Petrobras: “A Petrobras está sob risco: daqui a 10, 15 anos o mundo vai fazer a transição para fora do petróleo, vai embora com o carro elétrico e isso vai desaparecer”, disse Guedes.

Guedes defende criação de Ministério do Patrimônio da União

Guedes também voltou a defender que os recursos de privatizações, assim como os de venda de imóveis e recebíveis, sejam destinados ao fundo social de erradicação da pobreza. Segundo o ministro, o Estado brasileiro é a “maior imobiliária do planeta”, criticou. “O Estado brasileiro não pode ser rico com R$ 1,2 trilhão em propriedades imobiliárias. […] Ao mesmo tempo, temos R$ 800 bilhões das nossas estatais. Então, temos R$ 2 trilhões em ativos e o povo comendo ossos. Tem algo errado”, completou em discurso reproduzido pela CNN Brasil. 

O ministro da Economia afirmou que já está em conversa com o presidente Bolsonaro para que o próximo governo tenha um Ministério do Patrimônio da União para administrar estes imóveis e outros recursos. “O Estado tem R$ 4 trilhões: R$ 1 tri em imóveis, R$ 1 tri em estatais, R$ 2 tri em recebíveis. Uma fortuna incalculável e o povo miserável. Existe uma coisa chamada Fundo de Erradicação da Pobreza. Vamos chutar esses ativos pro fundo”, defendeu em seu discurso. 

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