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Guedes culpa precatórios e diz que Bolsa Família poderia ser maior

·2 minuto de leitura
Ministro da Economia Paulo Guedes
Ministro disse que quitar dívida extrapolaria teto de gastos da União
(Adriano Machado/REUTERS)
  • Ministro culpou precatórios pelo Bolsa Família menor

  • O valor dessas dívidas chega a quase R$ 90 bilhões e deve ser pago até 2022

  • Guedes disse que quem tem 'grandes precatórios' terá que 'esperar'

O ministro da Economia, Paulo Guedes, comentou que o Bolsa Família poderia passar de R$ 300 para R$ 600 se não fossem as dívidas de R$ 89,1 bilhões da União com precatórios previstas para o ano que vem. “Queremos uma Bolsa Família moderado, mas nem isso será possível se não encontrarmos respaldo do Judiciário e do Legislativo”, disse durante o programa Pingos nos Is, já rádio Jovem Pan.

Precatórios nada mais são do que dívidas que o poder público acumula por meio de decisões judiciais, quando alguém entra com um processo contra o governo e a Justiça determina o pagamento da quantia.

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Na ocasião, o ministro ainda comparou o valor a “meteoros emitidos em 2002” e que há uma inconsistência jurídica, já que quitar toda a dívida até ano que vem extrapolará o teto de gastos da União. “O teto foi criado para não deixar o governo exorbitar, daí recebo uma ordem de fora dizendo ‘gaste demais’”, criticou.

Guedes afirma que o governo está disposto a pagar os precatórios abaixo de R$ 66 mil, mas que os “superprecatórios” devem aguardar. “Temos de pagar os pequenos precatórios, mas não o do governo da Bahia, por exemplo, que está há quase 20 anos esperando e de repente tenho que pagar tudo neste ano [2022], a ponto de não mandar um Bolsa Família”

Instituição diz que é possível pagar precatórios sem estourar teto de gastos

De acordo com a IFI (Instituição Fiscal Independente), existem alternativas para o governo cumprir com o pagamento da dívida e ainda criar orçamento extra de R$ 14 bilhões para a expansão do Bolsa Família – ou Auxílio Brasil, como se chamará.

A instituição ligada ao Senado apontou que a inflação ficará maior e levará a um aumento no salário mínimo, de forma a consumir espaço para novas despesas. Isso faria com que os gastos discricionários (despesas não obrigatórias) fiquem em R$ 104 bilhões em 2022, o menor valor já registrado.

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