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Guatemala registra primeira morte por 'fungo negro' associada à Covid

·1 minuto de leitura
Profissionais de saúde em um laboratório móvel onde são realizados testes de covid-19 na Cidade da Guatemala

A Guatemala confirmou nesta segunda-feira a primeira morte por mucormicose associada à Covid, após declarar na última quinta-feira alerta epidemiológico devido à doença, conhecida como "fungo negro".

“Este é o primeiro caso de morte que registramos associado a um paciente com Covid. É o primeiro caso na Guatemala”, anunciou em entrevista coletiva Gerardo Hernández, diretor executivo do hospital da capital onde a paciente morreu.

A vítima foi uma mulher de 56 anos do município indígena de Patzicía com histórico de diabetes. O diagnóstico de fungo negro foi obtido no último dia 23.

Na última quinta-feira, a chefe do departamento de epidemiologia do Ministério da Saúde guatemalteco, Lorena Gobern, emitiu um comunicado em que determinava o aumento das medidas de controle ante a confirmação desse primeiro caso. O alerta recomendava intensificar as ações de vigilância, prevenção e controle junto a pacientes com Covid que apresentassem comorbidades, tratamentos com corticosteroides e doenças que comprometessem a imunidade.

A mucormicose é uma infecção fúngica que pode ser fatal para alguns pacientes. De acordo com especialistas, a disseminação rápida da infecção é atribuída em grande parte ao uso descontrolado de corticosteroides no tratamento de pacientes com coronavírus. O uso exagerado dessas drogas ou seu consumo por pessoas cujo sistema imunológico esteja debilitado pela doença aumenta o risco de infecção por esse fungo.

Especialistas também apontam causas ambientais que favorecem a proliferação do fungo negro e a multiplicação dos contágios, como água contaminada em tubos de oxigênio ou umidificadores.

A doença afetou mais a Índia, mas também foi confirmada no Reino Unido e na Itália. Na América Latina, foram reportados casos em Brasil, Chile, Estados Unidos, Honduras, México e Uruguai.

ec/mav/rsr/lb

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