Mercado fechado
  • BOVESPA

    121.800,79
    -3.874,54 (-3,08%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.868,32
    -766,28 (-1,48%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,81
    +0,19 (+0,26%)
     
  • OURO

    1.816,90
    -18,90 (-1,03%)
     
  • BTC-USD

    41.165,00
    +2.226,60 (+5,72%)
     
  • CMC Crypto 200

    955,03
    +5,13 (+0,54%)
     
  • S&P500

    4.395,26
    -23,89 (-0,54%)
     
  • DOW JONES

    34.935,47
    -149,06 (-0,42%)
     
  • FTSE

    7.032,30
    -46,12 (-0,65%)
     
  • HANG SENG

    25.961,03
    -354,29 (-1,35%)
     
  • NIKKEI

    27.283,59
    -498,83 (-1,80%)
     
  • NASDAQ

    14.966,50
    -71,25 (-0,47%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1880
    +0,1475 (+2,44%)
     

Grupos chineses dos direitos LGTB são bloqueados nas redes sociais

·2 minuto de leitura
Redes sociais da comunidade LGBTQ são bloqueadas na China

Várias contas de grupos de estudantes chineses a favor dos direitos da comunidade LGBT e do feminismo foram bloqueadas no popular aplicativo WeChat, nesta quarta-feira (7), gerando convocações de protestos on-line.

As páginas de grupos do WeChat - como a Gay Pride, da Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong, e aColorsWorld, da Universidade de Pequim - foram suprimidas. Em seu lugar, aparece uma mensagem, informando que "o conteúdo foi bloqueado, e o uso da conta foi suspenso".

Sem dar detalhes, a mensagem afirma que o WeChat recebeu "reclamações relevantes" sobre as páginas.

O Super-app WeChat é a maior plataforma de mídia social da China, com mensagens instantâneas, blogs e outros conteúdos, além da capacidade de fazer pagamentos.

As empresas de mídia social chinesas frequentemente censuram conteúdo considerado politicamente sensível ou impróprio, com censores anteriormente identificando conteúdo relacionado a temas LGBTQ em aplicativos de streaming de vídeo e filmes estrangeiros.

Um organizador de grupo LGBTQ em uma universidade chinesa, que pediu para não ser identificado, contou à AFP que eles já enfrentaram censura de artigos individuais que foram considerados como tendo ultrapassado os limites. Além disso, perdeu sua página inteira do WeChat na noite de terça-feira.

"Todos dos grupos LGBT que foram afetados estão muito indignados", declarou.

A Tencent, proprietária do WeChat, não respondeu ao questionamento da AFP sobre o que motivou as remoções das contas do aplicativo.

Vários usuários do WeChat não afetados pelo bloqueio circularam listas de contas excluídas e convocaram um protesto digital contra o ocorrido nesta quarta-feira, pedindo aos leitores que mudassem seus nomes de perfil para "Conta sem nome" em apoio a esses grupos.

"Hoje à noite, somos todos contas sem nome", afirmaram em postagens que foram excluídas pouco depois.

Embora a China tenha descriminalizado a homossexualidade em 1997, o casamento entre pessoas do mesmo sexo é ilegal, e temas relacionados com a comunidade LGBT são considerados delicados.

tjx/rox/rbu/mas/bl/tt/bn

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos