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Grupo Madero tem caixa robusto e segue com planos de expansão, diz proprietário

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***ARQUIVO*** BARUERI, SP, Brasil, 04-05-2018: Fachada do restaurante Madero, no Shopping Tamboré, em Alphaville. (Foto: Alberto Rocha/Folhapress)
***ARQUIVO*** BARUERI, SP, Brasil, 04-05-2018: Fachada do restaurante Madero, no Shopping Tamboré, em Alphaville. (Foto: Alberto Rocha/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O dono do Grupo Madero, Junior Durski, afirmou neste sábado (26) que a companhia está com caixa robusto e que segue com seus planos de expansão e contratação de pessoas. A afirmação foi publicada no Instagram de Durski, junto a um vídeo publicitário do Jerônimo, um dos restaurantes do grupo.

"Referente a matérias publicada na imprensa vermelha e tendenciosa ontem, tenho a dizer que o Grupo Madero tá muito bem, temos um caixa muito robusto, seguimos firmes com a nossa expansão, contratando pessoas, pagando imposto e ajudando o Brasil", postou o empresário.

A publicação vem dois dias depois de o Grupo Madero anunciar, em seu balanço de resultados referentes ao primeiro trimestre, que têm dúvidas sobre a continuidade de suas operações. A dúvida viria pelo caixa insuficiente para pagar dívidas de curto prazo e pela falta de garantias de que conseguirá prorrogar ou refinanciar seus compromissos.

"A liquidez disponível mais o caixa adicional esperado, gerado pelas operações, não será suficiente para pagar o total das obrigações de dívida de curto prazo antes ou na data de vencimento sem financiamento adicional", afirmou o Grupo Madero em nota.

"A companhia pretende buscar prorrogar ou refinanciar a dívida e continuará discutindo com os bancos parceiros a possibilidade de obtenção de novas linhas de crédito quando necessário para dar suporte à operação", disse o grupo. O Madero reiterou, porém, que não há garantias de que a empresa conseguirá adiar ou refinanciar esses débitos em tempo ou em condições favoráveis.

No total, o Grupo Madero somava R$ 2,4 bilhões em dívidas com bancos, fornecedores, tributos, entre outros. Deste montante, mais de 30% dos compromissos (R$ 740,4 milhões) venciam em até um ano. Outros 19,2% tinham prazo de um a dois anos.

A maior parte da dívida era constituída de empréstimos (R$ 1,2 bilhão).

No primeiro trimestre deste ano o grupo registrou um prejuízo de R$ 67,5 milhões, três vezes maior do que o registrado em igual período de 2020, quando teve prejuízo de R$ 18,7 milhões.

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