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Grupo Happy aposta mais em 'tech' e quer expandir marca no país

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Unidade conceito de Maringá foi tida como passo fundamental para processo de reposicionamento da marca (Getty Images)
Unidade conceito de Maringá foi tida como passo fundamental para processo de reposicionamento da marca (Getty Images)
  • Metodologia tem ênfase nas chamadas habilidades do século 21

  • Objetivo é expandir escolas e franquias até junho de 2022

  • Grupo teve sua marca atualizada recentemente

Referência no ensino tecnológico - como programação, games robótica -, o Grupo Happy tem a ambiciosa meta de expandir sua rede de escolas e franquias até junho de 2022. Depois de receber um aporte financeiro de cerca de R$ 8 milhões, com valuation atualizado para R$17 milhões, a ideia é aumentar o número de unidades de 57 para 120.

“Queremos entregar o que uma escola tradicional não entrega, habilidades para potencializar o desenvolvimento socio-emocional de crianças e adolescentes, transformando-as em pessoas mais felizes e bem-sucedidas no mundo de hoje”, disse Otoniel Silva Reis Filho, sócio diretor de operações do Grupo Happy, em entrevista à Exame.

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Atualização de marca

Assim como diversas outras empresas, visando se manter atualizada - uma reinterpretação da marca atual, sem perder a essência -, o Grupo Happy ampliou seu escopo de atuação. Com isso, agora, o chamado Hub Educacional Happy tem três marcas:

OI Happy Money, voltada para educação financeira; o Happy Speech, voltada para o desenvolvimento de habilidades de comunicação, empatia e fluência verbal; e o Happy Code, que engloba a aprendizagem de programação, games e robótica. Com foco no ensino presencial para crianças e jovens, os cursos são oferecidos em todas as unidades do grupo.

Unidade conceito em Maringá

O o escritório central do grupo fica, agora, na chamada unidade conceito - inaugurada em novembro deste ano, na cidade de Maringá, no Paraná - o que foi tido como um passo importante do processo de reposicionamento da marca. Com arquibancadas, pufes e mesas coletivas para os estudantes, o novo espaço chega para quebrar as estruturas das do século 18, quem eram centradas na autoridade do professor, com alunos enfileirados em carteiras.

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