Mercado fechado
  • BOVESPA

    120.348,80
    -3.132,20 (-2,54%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.892,28
    -178,62 (-0,39%)
     
  • PETROLEO CRU

    52,04
    -0,32 (-0,61%)
     
  • OURO

    1.827,70
    -2,20 (-0,12%)
     
  • BTC-USD

    36.624,52
    +1.623,86 (+4,64%)
     
  • CMC Crypto 200

    701,93
    -33,21 (-4,52%)
     
  • S&P500

    3.768,25
    -27,29 (-0,72%)
     
  • DOW JONES

    30.814,26
    -177,24 (-0,57%)
     
  • FTSE

    6.735,71
    -66,25 (-0,97%)
     
  • HANG SENG

    28.573,86
    +76,96 (+0,27%)
     
  • NIKKEI

    28.519,18
    -179,12 (-0,62%)
     
  • NASDAQ

    12.759,00
    -43,25 (-0,34%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3926
    +0,0791 (+1,25%)
     

Grupo chinês Sinopharm anuncia eficácia de 79% de sua vacina contra covid

·2 minuto de leitura
A China, onde o novo coronavírus surgiu há um ano, investiu muito no desenvolvimento de vacinas
A China, onde o novo coronavírus surgiu há um ano, investiu muito no desenvolvimento de vacinas

O laboratório chinês Sinopharm anunciou nesta quarta-feira (30) que uma de suas vacinas contra a covid-19 tem eficácia de 79%, um resultado inferior aos reivindicados pelas concorrentes Pfizer e Moderna.

Desde o início de 2020, a China tenta se posicionar na vanguarda mundial do desenvolvimento de vacinas. Com um grande investimento, o país tem atualmente cinco fármacos na última fase de testes clínicos, mais do que qualquer outra nação.

Leia também

Sinopharm é o primeiro grupo farmacêutico chinês que revela dados sobra a eficácia de uma vacina em desenvolvimento. O laboratório desenvolve duas, mas não revelou se os testes já foram concluídos para esta primeira vacina.

"O efeito de proteção da vacina contra a covid-19 é de 79,34%", afirmou o Instituto de Produtos Biológicos de Pequim, uma filial da Sinopharm.

O resultado é inferior ao das vacinas dos laboratórios Pfizer/BioNTech (95%) e Moderna (94,1%).

A Sinopharm informou que enviou um pedido oficial de certificação à agência chinesa responsável pelos medicamentos.

Trata-se de uma vacina denominada "inativada", que utiliza o método clássico e recorre a um vírus "morto" para gerar uma reação imunológica na pessoa.

A China, onde o novo coronavírus surgiu há um ano e que praticamente bloqueou a epidemia em seu território, prometeu transformar suas vacinas em um "bem público mundial".

Até o momento, nenhuma delas recebeu aprovação para ser comercializada, mas as autoridades chinesas autorizaram no verão (hemisfério norte, inverno no Brasil) que algumas delas fossem utilizadas em caráter "urgente".

Pelo menos um milhão de profissionais da saúde, trabalhadores de setores considerados de risco, estudantes e diplomatas que deveriam viajar ao exterior receberam uma vacina experimental, segundo o governo.

A demanda de uma vacina na China não é, no momento, tão forte como no restante do mundo, pois a epidemia parece contida e a última morte por covid-19 foi anunciada em maio.

A China luta para conquistar a confiança internacional para suas vacinas candidatas, prejudicada pela falta de transparência nos resultados dos testes.

O país também demorou para concluir os testes da fase 3. Eles precisaram ser conduzidos no exterior, devido ao sucesso da China em conter a propagação da covid-19 dentro de suas fronteiras.

Enquanto isso, os países ocidentais avançaram com as pesquisas e as aprovações de vacinas.

Mas a China se comprometeu a propor suas vacinas a "preços razoáveis" e, inclusive, "oferecê-las" aos países em desenvolvimento.

A vacina da Sinopharm poderia ser oferecida a países da América do Sul, Ásia, ou África.