Mercado fechará em 2 h 10 min
  • BOVESPA

    109.740,12
    -46,18 (-0,04%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    42.499,93
    -236,55 (-0,55%)
     
  • PETROLEO CRU

    45,48
    +0,57 (+1,27%)
     
  • OURO

    1.809,40
    +4,80 (+0,27%)
     
  • BTC-USD

    18.981,65
    -284,99 (-1,48%)
     
  • CMC Crypto 200

    376,96
    +6,44 (+1,74%)
     
  • S&P500

    3.623,49
    -11,92 (-0,33%)
     
  • DOW JONES

    29.858,17
    -188,07 (-0,63%)
     
  • FTSE

    6.391,09
    -41,08 (-0,64%)
     
  • HANG SENG

    26.669,75
    +81,55 (+0,31%)
     
  • NIKKEI

    26.296,86
    +131,27 (+0,50%)
     
  • NASDAQ

    12.103,25
    +27,25 (+0,23%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3437
    -0,0532 (-0,83%)
     

Grupo ativista europeu registra queixa contra ferramenta de rastreamento da Apple

Por Kirsti Knolle
·1 minuto de leitura

Por Kirsti Knolle

BERLIM (Reuters) - Um grupo liderado pelo ativista de privacidade Max Schrems apresentou queixas nesta segunda-feira às autoridades de proteção de dados da Alemanha e da Espanha sobre a ferramenta de rastreamento online da Apple, dizendo que ela viola a lei europeia ao permitir que iPhones armazenem dados de usuários sem seu consentimento.

É a primeira ação importante contra a empresa dos Estados Unidos relacionada às regras de privacidade da União Europeia.

Noyb, o grupo de direitos digitais comandado por Schrems, teve sucesso em dois julgamentos históricos sobre privacidade contra o Facebook.

A Apple disse que não estava imediatamente em posição de comentar.

As queixas do Noyb foram feitas contra o uso de um código de rastreamento pela Apple, que é gerado automaticamente em cada iPhone quando configurado, o chamado Identifier for Advertisers (IDFA).

O código, armazenado no dispositivo, permite que a Apple e terceiros rastreiem o comportamento online e as preferências de consumo de um usuário - vital para que empresas como o Facebook possam enviar anúncios direcionados que interessem ao cliente.

"A Apple coloca códigos que são comparáveis a um cookie em seus telefones sem qualquer consentimento do usuário. Esta é uma violação clara das leis de privacidade da União Europeia", disse o advogado do Noyb, Stefano Rossetti.

As queixas foram feitas em nome de consumidores individuais na Alemanha e na Espanha, e foram entregues para a autoridade de proteção de dados espanhola e para sua contraparte em Berlim, disse o grupo Noyb.

Nenhuma das autoridades respondeu imediatamente aos pedidos de comentários.