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Grindr vende dados de usuários há anos, afirma jornal

O aplicativo de relacionamento foi acusado de vulnerabilizar os usuários por meio de compartilhamento de informações sigilosas (Getty Image)
O aplicativo de relacionamento foi acusado de vulnerabilizar os usuários por meio de compartilhamento de informações sigilosas (Getty Image)
  • Grindr: acusação de compartilhamento de informações foi feita pelo The Wall Street Journal;

  • De acordo com a publicação, dados poderiam ser utilizado por instituições religiosas;

  • Em resposta, a plataforma negou que realiza essas transações.

A carência bateu. Basta abrir um aplicativo, colocar um apelido criativo, conversar com pessoas que estão perto de você e marcar um encontro. Essa é a rotina do usuários do Grindr, uma plataforma de relacionamentos voltada para homens com se relacionam com homens e para pessoas trans.

Apesar da praticidade oferecida pela tecnologia, os adeptos podem estar expostos ao utilizar o recurso. Segundo o jornal The Wall Street Journal, o app coletou dados de localização dos usuários e colocou as informações à venda por meio da empresa parceira UberMedia (UM).

Um ex-funcionário teria revelado que a empresa adota a prática desde, pelo menos, 2017. Ele afirmou que a empresa não via problema em vender os dados, acreditando que ele seriam usados apenas para a criação de publicidade personalizada.

A suspeita é que uma entidade católica afirma ter comprado os dados para rastrear o uso e expulsar um colaborador da igreja. O jornal levantou também a hipótese de que governos anti-LGBTQ+ usem os dados para localizar e penalizar cidadãos.

A plataforma se defendeu das acusações

Questionada pela publicação, a companhia negou as acusações e disse que menos dados que a maior parte dos aplicativos de namoro. "O Grindr não compartilha a localização exata dos usuários, não compartilhamos informações de perfil do usuário e nem mesmo dados padrão do setor, como idade ou sexo", afirmou.

O aplicativo ainda disse que valoriza a privacidade dos usuários. "As atividades descritas não seriam possíveis com as atuais práticas de privacidade do Grindr, que temos há dois anos”, se defendeu.

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